Categoria: Comportamento

Miopia não, Cegueira de Marketing

Miopia

Um tempo atrás, em um curso com o Beto Bina na São Paulo Digital School, ele falava sobre um movimento que parece estar acontecendo cada vez com mais frequência. Com o tamanho avanço tecnológico que estamos presenciando, muitos produtos e relações de empresas com consumidor, além de comportamentos sociais vão evoluindo ou mudando e grandes empresas consolidadas não conseguem acompanhar esses movimentos, muitas vezes acabam superadas.

Esta cada vez mais fácil encontrar exemplos para esse cenário o Square, um exemplo disso, que possibilita um smartphone ou Ipad realizar transações com cartões. O interessante é que no caso do Square seria normal se fosse idealizado por um banco ou a Cielo, Redecard, mas muito longe disso, quem fez o Square foi o Jack Dorsey, também criador do Twitter. No Brasil, quem está introduzindo esse produto é a UOL através de sua plataforma PagSeguro.

Além do Square, poderíamos aprofundar em vários outros exemplos, como Instagram que, se fosse pensado pela Kodak, poderia tirar a empresa da falência. o Rdio, seria totalmente normal qualquer gravadora recorrer a esse recurso para salvar o mercado músical, mas quem trouxe o serviço de streaming online de música para o Brasil foi a Oi e ontem o Google anunciou o seu próprio serviço de música. O que será que as empresas de rádio taxi estão pensando em fazer com todos seus funcionários de atendimento, agora que cada vez mais pessoas chamam taxi, de um jeito muito mais fácil, por um app no smartphone.

Mesmo com Theodore Levitt, em 1960, já falando sobre esse fenômeno que acontece nas empresas, de elas serem tão focadas no seus produtos, deixando de analisar os consumidores com seus costumes e comportamentos, ainda hoje empresas parecem não investir e dar o devido valor para o seu consumidor e acabam caindo na armadilha de perder uma grande oportunidade ou um grande movimento da sociedade.


Estudante de Comunicação pela ESPM. Gosto de pensar como as coisas poderiam ser diferentes e se poderiam ser melhores. Me interesso por qualquer coisa, especialmente por redes sociais, tecnologia e música


Juntando gente boa

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Inconformados com as baixas estatísticas de brasileiros que se engajam em atividades voluntárias – apenas 18% da população, bem distante da taxa global, 37% – quatro estudantes, André Cervi, Bruno Tataren, Daniel Morais e Luis Madaleno, criaram a rede social Atados. Com o apoio de 70 organizações atuantes na cidade de São Paulo, o site surgiu para tentar estimular e facilitar o acesso às oportunidades de voluntariado.

O Atados além de possibilitar às pessoas encontrar de maneira fácil as oportunidades, permite aos usuários compartilhar atividades e experiências e incentivar seus amigos a também participar de ações voluntárias. Para que a escolha seja ideal ao perfil do voluntário, o site leva em conta as suas preferencias e a sua localização, basta se cadastrar e encontrar, entre as várias opções, a atividade mais adequada.

A rede tem uma fan page no Facebook com mais de oito mil fãs e, aproximadamente, sete mil usuários estão cadastrados. É uma ideia tão boa que, apesar de não trazer a solução sozinha, impulsiona a mudança e contamina os usuários com as diversas iniciativas.

Para se atar, é só se cadastrar por aqui: http://www.atados.com.br/site/


Estudante da ESPM e aspirante a publicitária e comunicóloga. Adora escrever qualquer coisa que não seja sobre ela mesma.


Dê adeus ao seu bermudão e seu cabelo “despenteado”

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Atualmente, 50 anos depois de sua primeira camisa vendida, a Ben Sherman está resgatando um universo masculino esquecido. Mergulhando no passado, lembramos que décadas atrás homens não apenas cobriam seus corpos flácidos e peludos com os panos mais confortáveis que pudessem encontrar, homens que cuidavam de sua aparência não eram metrossexuais, eram apenas homens que cuidavam de sua aparência.

Em meio essa sociedade pseudo largada que se preocupa tanto com a aparência do próximo, estão ressurgindo valores, o passado nos rodeia e nos acolhe. Suprindo essas tendências, não só a Ben Sherman, mas também empreendedores brasileiros estão em busca de resgatar esses tais valores masculinos, como no caso da rede de barbearias Nove de Julho, que trazem a São Paulo os velhos modos de barba feita com navalha e toalha quente.

Um pouco mais amplamente, a camisaria inglesa está usando do mundo moderno para expor seus moldes do passado. Essa semana foi lançado o Tailoring Journal (Revista de alfaiataria), que pode ser recolhido em qualquer loja da marca nos Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha (ainda não contamos com nenhum exemplar no “terceiro mundo”), essa revista trás matérias voltadas para a moda masculina, a volta da alfaiataria, etc. Para moradores de terras mais remotas, como eu, foi criado um portal com muita informação bacana, desde como escolher a gola certa para sua camisa, ou como comprar um terno, além de dicas para barba, etc.

Além do Tailoring Journal, a Ben Sherman lançou um livro chamado 50 years of british style culture, escrito por Josh Sims, que documenta cinco décadas de moda, música e política na Inglaterra, tudo isso somado a uma web série chamada Conversations in modernism, que coloca frente a frente profissionais de diferentes áreas debatendo sobre: O que é o modernismo para você? – e o que é bem bacana, são as ocupações dos participantes que variam entre fotógrafo, músico, alfaiate, dono de uma loja de lps, etc.

Portanto, se você quiser abandonar sua bermuda cargo camuflada e seu crocs, agora já tem pra onde correr e dar um tapa no visual.

 


Estudante de publicidade, música, fotografia e das coisas boas e ruins da vida.


Vende-se autoestima

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Não é novidade para ninguém a maneira como Dove anuncia seus produtos, porém é inacreditável como a marca consegue inovar em cima de um mesmo conceito: autoestima.

A nova campanha global traz as reações de mulheres comuns ao comparar a imagem que elas têm de si mesmas frente a imagem que os outros têm delas. Para isso, sete mulheres foram convidadas a fazer uma espécie de retrato falado, descrevendo suas características para Gil Zamora, artista forense do FBI. Depois de descrever elas mesmas, outras pessoas, desconhecidas, fizeram o mesmo. No final, elas foram chamadas para comparar a descrição delas por elas mesmas e por desconhecidos, comprovando, assim, que são mais bonitas do que pensam.

Em um vídeo emocionante, Dove consegue extrair de nós mesmas, consumidoras ou não do produto, confiança, fazendo-nos acreditar que a beleza está ali, todos conseguem ver, menos nós mesmas, enganadas por nossa visão crítica e cética.

A marca já promoveu a autoestima de várias outras formas, apelando até para a percepção de beleza de meninas. A campanha é de 2007, mas vale a pena comparar com a atual.

A Unilever, que é responsável pelas propagandas da Dove, também é responsável pela comunicação do Axe e, bem ao contrário do “Você é mais bonita do que pensa”, esse produto traz o conceito “Acumule mulheres”. Extremamente machista, esses anúncios falam exatamente o que o público, ao qual é destinado, quer ouvir. Assim, acaba na contradição, provando que um discurso bonito, também procura o lucro.


Estudante da ESPM e aspirante a publicitária e comunicóloga. Adora escrever qualquer coisa que não seja sobre ela mesma.


Oito horas de escravidão criativa remunerada

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Sentado aqui na redação pesquisando, ou ouvindo as reclamações de vários amigos no dia a dia, é possível constatar a insatisfação de muitos, e principalmente daqueles ligados a criação e elaboração de ideias. Depois de trombar com este texto na world wide web nossa de cada dia, consegui estruturar uma relação. Os criadores reclamam de sua jornada estipulada de trabalho, embasados no argumento: não tenho horário estipulado para criar ou ter ideias, muitos se revoltam.

Fazendo uma ligação com o texto, vemos que o exemplo de nós criadores publicitários, também se encaixa neste método. Cumprindo as oito horas dentro de uma agência, nem sempre trará a ideia que busca, sendo assim, esta confecção da ideia se estende para suas horas “livres” do dia, fazendo com que mesmo não cumprindo aquelas não muito bem vindas horas extras na agência, você esteja ligado ao trabalho.  Possivelmente, perdendo atenção na sua família, nos seus lazeres, e em você mesmo, se tornando um escravo das ideias mal resolvidas nas oito horas internas na agência. Essa equação não saudável, não é equilibrada com dinheiro, e resulta quase sempre em estresse, falta de tempo para as coisas que te realizam além do trabalho, etc.


Estudante de publicidade, música, fotografia e das coisas boas e ruins da vida.


Layout clean parece que funciona

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#redessociais por Luisa Fleury

Não sei se você  já reparou, mas já faz tempo que as redes sociais estão usando um layout ao estilo do Pinterest ou Instagram.Com o lançamento do novo feed de notícias do Facebook na semana passada (entre na fila de espera nesse link), podemos ver um belo exemplo disso. Demorou, mas ele entrou para o clube do layout clean. O design que estava ficando cada vez mais poluído por publicidade, ficou muito mais limpo e fácil de achar, ver e se relacionar.

Dando uma olhada no vídeo do link acima, o pessoal do Facebook diz que os anunciantes terão mais espaço e estarão no meio do feed de notícias, onde o que é priorizado é o conteúdo e a experiência do usuário. Mas como dá pra saber o que são ‘stories’ e o que são ‘ads’? Vai ficar tudo misturado? Também fala no vídeo que agora poderemos escolher qual tipo de feed queremos, como um só de fotos, ou só de vídeos. O Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, falou, dias antes do lançamento do novo feed, que os usuários estavam ficando cansados do formato do Facebook, preferindo redes sociais como Instagram e Snapchat. Segundo ele, 60% das informações do Facebook são fotos. Como isso muda a relação na rede social? Talvez o Mark esteja “preparando o terreno” para uma grande transformação do Facebook.

Mas não são só redes sociais que adotam esse tipo de layout. Sites comuns também estão usando. O site da Didi Wagner, ex VJ da MTv e apresentadora da Multishow, por exemplo, é bem ao estilo do Pinterest. Aparecem as imagens e uma chamadinha para o texto. Se te prender a atenção, você clica na matéria. Blogs também entraram nessa, como o Brainstorm9, que também teve um redesign, que o deixou muito mais clean e fácil de navegar.

É bem interessante a maneira que praticamente todas as redes sociais estão usando o “mesmo” formato. O Newronio até se arrisca ao falar que o novo layout do Facebook está bem parecido com o do Google+, o que pode tornar a competição mais acirrada, uma vez que os acessos à rede social do Google estão aumentando cada vez mais.

 

Para ver mais uma rede social no estilo do novo Facebook, siga o @NewronioESPM no twitter!


Escolhi fazer comunicação por gostar (e muito) de me comunicar. Sou tímida no começo, mas depois de um tempo já sou íntima. Eu nunca escrevi em blog, mas gosto muito de escrever. Gosto muito de estar atualizada, principalmente no que se refere à moda.


Busca pela fama

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#Comportamento por Ian Perlungieri

Com o Youtube, Facebook, Twitter e outras redes sociais, torna-se cada vez mais evidente a busca desesperada pela fama.

Alguns ficam conhecidos acidentalmente devido a vídeos sobre o Bar Mitzvah ou algo parecido, porém muitos vídeos, tweets e status do Facebook são tentativas frustradas de tornar-se popular.

A questão que não quer calar é: por quê? Por que, afinal, as pessoas querem tanto ser famosas? Ser renomado não o tornaria melhor que ninguém, nem ampliaria a inteligência ou a beleza do indivíduo em questão. Dinheiro, talvez? O que é melhor? Ser um popular pobre ou um anônimo rico?

Boa parte dos anônimos em busca da fama acredita que “popularidade” e “dinheiro” são sinônimos, mas não são. Assim como “popularidade” e “respeito” também não. Ser popular é ser conhecido. Apenas isso. No entanto, há muitos famosos ricos e respeitados confundindo, portanto, a mente de grande parte dos anônimos.

Contudo, há outra teoria. A necessidade de ser conhecido, talvez, seja muito mais profunda que a busca por dinheiro e/ou respeito. Talvez seja uma necessidade de ser lembrado, pois, apesar de evitarmos pensar no assunto, somos mortais. Nascemos, vivemos e morremos. Este prazo de validade que nós temos leva-nos a uma tentativa insana de nos tornar imortais. Como não é possível fazer isso com o nosso corpo (ainda), tentamos fazer com o nosso nome. A busca pela fama é uma busca pela imortalidade.

Sendo assim, queremos dinheiro, respeito e imortalidade. Não podemos nos contentar em viver anonimamente, trabalhando em algo que gostamos e conquistando, com luta, o respeito das pessoas? Aparentemente, não.

No entanto, tais desejos são humanos e suponho que apenas sejam prejudiciais quando algum indivíduo se sujeita a algo desagradável na tentativa de obter sucesso. Desconsiderando tais pessoas, a busca pelo eterno é válida o bastante para que seja feito um post no Newronio sobre o assunto.

Deixe @NewronioESPM imortal seguindo-nos!


Meu nome não é Alex DeLarge, nem Tyler Durden, nem Mort Rainey. Nunca me chamaram de John Keating. Não sou Ed Bloom, nem Joel Barish. Scott Pilgrim, Carl Allen, Bruce Wayne, Rainer Wenger. Nenhum destes é meu nome. Sou apenas uma peça de um tabuleiro.


Quem achava que o Porter estava rico?

#Marketing por Camila Shoji



Em clima de entrega de PM, quando percebemos que enlouquecemos ao ponto de nos pegarmos analisando situações cotidianas fazendo uma matriz SWOT mental, nos deparamos com uma notícia: “Michael Porter vai à falência”.

O cara que criou o modelo das 5 Forças de Porter (como já dissemos aqui, ele está vivo mas talvez não tão bem assim) também é fundador da Monitor Company Group LP, que forneceu consultoria ao regime de Muammar Kadhafi na Líbia.

Porter entrou com o pedido de falência no dia 8 de novembro, a dívida da companhia chega a US$ 500 milhões.

O fato gerou questionamentos sobre a credibilidade do modelo de análise de Porter, o empreendedor Peter Gorski chegou a dizer que “até mesmo um chimpanzé vendado atirando dardos no quadro das Cinco Forças de Porter pode acertar uma estratégia de negócios tão eficaz quanto a prescrita pelo Dr. Porter e outros estrategistas bem pagos”.

Já o colunista da Forbes Steve Denning criticou, dizendo:

“Ignorando o pensamento fundamental de Peter Drucker, de que o único propósito de um negócio é gerar um cliente, Porter focou na estratégia de como proteger os negócios de seus rivais. O objetivo da estratégia, negócios e educação para negócios era encontrar um paraíso seguro para as empresas das forças destrutivas da competição.”.

Será que o modelo leva empresas a obter lucros sem merecê-los, apenas evitando competição e procurando ganhos acima da média, protegidas por barreiras estruturais? Mas se fosse assim, tão incoerente, seria adotado e ensinado em instituições renomadas como a ESPM?



Analisando as cinco forças de Porter concluímos que o @NewronioESPM deve ser seguido por apresentar posts atrativos.


estou em obras... (Rm 12.2)


Adeus gatinhos fofinhos…

#Moda por Luisa Fleury



Gatos. Animaizinhos fofos, que são super fotogênicos (ou não) e que nos mantém sempre entretidos com vídeos lindos e engraçados, postados por seus donos no YouTube. Eles faziam muito sucesso no Facebook, Pinterest, Youtube, 9Gag, enfim, em todas as redes sociais, blogs e afins.

Agora é a vez do Pug. É uma raça de cachorros que veio da China que, quando trazida para o Ocidente, virou a preferida de reis, rainhas e ícones da moda ao passar dos anos. Desta vez ele é o queridinho não só do mundo fashion, como no dia-a-dia das pessoas. Cada vez mais, as pessoas estão usando roupas com estampas do cachorro. Assim como bolsas e sapatos.


T-shirt da marca do Luciano Huck - UseHuck



Os Pugs viraram protagonistas de uma angariação de fundos para a UNICEF no início deste ano. 21 Pugs de pelúcia foram customizados por estilistas como, Mary Katrantzou, Pucci, Velntino e Versace. Eles foram leiloados no eBay e o dinheiro arrecadado foi direcionado à crianças pobres de Bangladesh, pela UNICEF.  Para ver os bichinhos criados, clique aqui.

Eles também viraram febre na internet. Donos de Pugs se divertem com o bicho e postam vídeos no YouTube, postam fotos no Facebook, Pinterest. Do mesmo jeito que era com os gatos. Mas, ao contrário dos gatos, cachorros deixam você dar banho, colocar roupinhas, sem ser inteiro mordido ou arranhado. Então, no Halloween, os seus donos se jogaram e enfeitaram seus puppys lindos!


Pugs prontos para o Halloween




Eles são, realmente, muito fofos! Quando eu era pequena, essa raça era considerada feia, esquisita. Mas hoje em dia, se você andar no Parque do Ibirapuera num final de semana à tarde, dá para perceber como eles fazem sucesso, com sua carinha enrugada, respiração ofegante e um jeitinho desengonçado para andar. Eles conquistam o coração de qualquer um.



Para comprar um Pug, siga o @NewronioESPM


Escolhi fazer comunicação por gostar (e muito) de me comunicar. Sou tímida no começo, mas depois de um tempo já sou íntima. Eu nunca escrevi em blog, mas gosto muito de escrever. Gosto muito de estar atualizada, principalmente no que se refere à moda.


O mal e o mal

#Comportamento por Ian Perlungieri



Após ler uma notícia qualquer sobre doações, uma pergunta pairou sobre a minha cabeça: existem pessoas boas?

Que pergunta idiota, alguns irão pensar, mas é claro que existem! Se não existissem por que as pessoas doariam?

Simples, eu respondo, talvez o ser humano seja extremamente egoísta tendo, portanto uma necessidade de comprovar, tanto para os outros quanto para si mesmo, a sua bondade. É bem provável que o bem seja apenas uma ilusão, uma utopia, uma mentira.

Sendo assim, apenas o mal existe; considerando mal aqueles que apenas pensam em um autobenefício, nunca zelando pelo próximo.

Esse é o motivo de grande parte das pessoas apenas doarem no Natal e no dia das crianças. Todos doam. Por que ele pode ser bom e eu não posso? Aposto que sou melhor do que ele! Sendo assim, as pessoas apenas se iludem. Acreditam ser boas quando, na verdade, são invejosas e egoístas.

Entretanto, não há motivos para indagar qual a razão inconsciente para a pessoa agir bem. Existem, e muitas, pessoas que praticam o certo. Isso basta.

Existem pessoas boas? Não sei, mas existem pessoas que praticam o bem e, por enquanto, é o suficiente.



Seja bom e siga o @NewronioESPM  e participe do projeto social Sorrir Festival clicando aqui.


Meu nome não é Alex DeLarge, nem Tyler Durden, nem Mort Rainey. Nunca me chamaram de John Keating. Não sou Ed Bloom, nem Joel Barish. Scott Pilgrim, Carl Allen, Bruce Wayne, Rainer Wenger. Nenhum destes é meu nome. Sou apenas uma peça de um tabuleiro.