0

Você sobreviveria?

#Internet por Ian Perlungieri



Zumbis.
Uns gostam. Outros, não. Mas todos conhecem.
Os mortos-vivos ganharam grande destaque na última década ao enfrentarem personagens de histórias em quadrinhos, atores irônicos, personagens de jogos e plantas.
Porém faltava um adversário! Você!

A unha está suja…




Finalmente, após anos esperando o apocalipse zumbi (que até hoje não aconteceu, mas aguarda-se ansiosamente por 21/12/2012 ), finalmente o sonho é realizado! Um site em que você é um personagem que, durante um apocalipse zumbi, é obrigado a fazer escolhas. Dependendo de sua escolha você vive ou morre! Exatamente como na vida real…


Acesse o site clicando aqui e descubra se você sobreviveria!



Siga @NewronioESPM para doar seu cérebro para a ciência e evitar que ele seja comido pelos zumbis!

0

Concurso aproxima-se do fim

#Concursos por Equipe Newronio



Lembram-se do Desafio PAINTura Clássica Newronio?
Está acabando! A melhor representação no paint do quadro “Le fils de l’homme” de Magritte ganhará uma belíssima fita de gameboy!
Foram selecionados alguns fortes concorrentes!

 

A original.

 

M4GR1TT3 – André Ribeiro

 

 

 

 

Com fome – Henrique Castilho

 

 

 

Sou mau – André Ribeiro

 

 

 

 

 

 

 

A visão do homem – Eduardo Manente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A grande maçã – Bárbara Conte

 

 

Cara voando – Ian Peixoto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Minha nossa! – Julio Jovanolli

 

 

 

Homem maçã – Igor de Abreu

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fundo verde – Luisa Fleury

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O filho do homem – Bruno Ferrari

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pedro Yuri de Castro não entendeu as regras, mas sua arte merece ser mostrada para o mundo



Você ainda pode participar!
O resultado sairá na sexta.



Mande sua pintura para o nosso Facebook e torça para ganhar! Siga @NewronioESPM e veja o vídeo de um gato gordo!

0

Sleep Box: arquitetos do sono

#tárolando por Henrique Castilho



Nossa! Que infraestrutura aconchegante.

“Imagine que você está em uma cidade desconhecida ou em um aeroporto ou em qualquer outro lugar longe de casa. Não há oportunidade para descansar, relaxar mesmo que você esteja extremamente cansado. Você pode comer ou beber praticamente em qualquer lugar, mas não é em qualquer lugar que você pode dormir. Dormir em público não é seguro, nem higiênico, além de ser perigoso. Dormir longe de casa em lugares cheios de movimentados é um luxo que não existe.

Nós acreditamos que as infraestruturas urbanas deveriam ser mais confortáveis. Para isso, desenvolvemos a SLEEPBOX. A intenção é permitir que uma pessoa consiga dormir em paz. Ela oferece fuga rápida da multidão, sem o trabalho de ter de procurar por um hotel. A SLEEPBOX pode ser usada tanto em público como em locais privados, para aluguel ou necessidades internas.”

É com esse texto nada publicitário que a SleepBox se apresenta em seu site. Uma grande sacada de arquitetatura, que ficou a mercê de uma grande sacada publicitária pra ficar mais famosa (até o vídeo institucional é tosco).

Só o logo salva. Bem bacaninha.





Tire uma soneca com a gente @NewronioESPM!

0
“Eu lamento muito que a organização do esporte universitário no Brasil seja zero, principalmente no aspecto social. Pessoas nos EUA, que não tem recursos financeiros, trocam seu talento atlético por estudo e é uma pena que isso não aconteça aqui. Muitas vezes essa é a chance que muitos têm de dar uma vida descente para a família”.
Everaldo Marques

Duas diferenças entre o esporte no Brasil e nos EUA

#tárolandoESPM por Igor de Abreu



Hoje vieram à ESPM Everaldo Marques e Paulo Antunes, jornalistas que trabalham para a ESPN, conhecidos principalmente por narrarem jogos de futebol americano e apresentarem o programa “The book is on the table”.

Everaldo Marques - "Eu acho que o Galvão e o Luciano são os maiores narradores do Brasil"

Everaldo Marques – "Eu acho que o Galvão e o Luciano são os maiores narradores do Brasil"




Eles deixaram claro que nos EUA é ilegal beneficiar os alunos pelo seu desempenho no esporte, mas atletas deixam de ganhar prêmios ou de estudar por receberem presentes como carros e casas. Para que o aluno possa jogar é preciso ter 50% de aproveitamento no curso, mas isso não significa que os atletas estariam prontos para o mercado caso desistissem do esporte. Paulo comenta que muitos deles fazem cursos de culinária, artesanato somente para alcançar a média necessária.


De qualquer forma é um incentivo para que haja prática esportiva e para os atletas estudarem, diferentemente do Brasil que normalmente ou as pessoas se dedicam ao futebol, em especial, ou estudam.

Paulo Antunes - seu irmão fez Harvard, ele tinha 16 notas C no boletim

Paulo Antunes – seu irmão fez Harvard, ele tinha 16 notas C no boletim




A outra diferença é que enquanto no Brasil apenas quatro ou cinco times tem dinheiro para investir, nos EUA esse dinheiro é repartido entre os vários times que participam do campeonato. “O que as TV’s pagam para transmitir jogos universitários nos EUA é uma fortuna e pelo fato de que esse dinheiro é distribuído da mesma maneira para 25 times, você nunca sabe o que vai acontecer” – Everaldo.


Ambos concordam que no Brasil o esporte se resume ao futebol e Paulo completou dizendo que os americanos sabem vender muito bem o esporte e que se fosse investido mais em marketing esportivo, visando introduzir outros esportes aqui, o país poderia fugir um pouco só do futebol.

"O time do Brasil é vendido como Cirque du Soleil que viaja para vender seu espetáculo, a CBF deveria fazer seu papel de outra maneira"

"O time do Brasil é vendido como Cirque du Soleil que viaja para vender seu espetáculo, a CBF deveria fazer seu papel de outra maneira"





@NewronioESPM.

Publicidade que a Mamãe não iria gostar

#Publicidade por Julio Jovanolli




Existe esse estereótipo da mãe de criativo que acha um amor toda e qualquer peça que o filho faz, mas será que é sempre assim mesmo? Às vezes fica difícil. Como o dia das mães está próximo (já comprou o presentinho?), o Newronio deciciu esclarecer essa dúvida e achou duas peças publicitárias que homenagearam da forma mais saborosa e significativa possível as nossas lindas genitoras. Viva!





Depois de assistir esse comercial da Verizon, obviamente a primeira coisa que ele verifica é a figura materna e os paradigmas modernos que a sociedade impõe sobre a atual estrutura familiar e como o espectro feminino, que reflete e materializa o diálogo entre mãe e filha, matriz e prole, árvore e fruto, envolto em um tema atual e emocionante, desabrocha um inexplicável sentimento de identificação e agradecimento que exalta todas as mães que existem e irão existir, amém. Pena que não.

É difícil entender o por quê do comercial se chamar “Mother’s Day”. Mais parece a jornada de uma inocente garota interiorana saindo de sua cidade e vindo estudar na ESPM São Paulo (!!). Além dos barulhos de ranho e da atuação digna de premiação, muitas outras coisas me chamaram mais a atenção do que o fato de existir uma mãe na propaganda, como o background horroroso do Motorola Droid Razr, que parece um portal obscuro e interdimensional do Halo 3 pronto para te transportar para dentro do seu Nintendo 3DS (nossaaa!!!).

Bem feito.



Não é que a propaganda seja tão ruim assim, quer dizer, para que nomear Mother’s Day um comercial que não remete a nada disso? Parece um pouco de desrespeito, desespero para vender. Mas, desrespeito mesmo é esse print maravilhoso da Mr. Clean, marca de produtos de limpeza estrangeira:

Vai limpar o banheiro, mamãe.



Muito bom. Não existe presente melhor do que esfregar o box do banheiro! É legal observar como a primogênita já está se interessando pela atividade e sendo cooptada e seduzida por esponjas brancas, produtos abrasivos e pelos afazeres do lar!

Acho que nem a mãe puxa-saco iria gostar de peças assim (talvez, nunca se sabe). Mas é, erros operacionais acontecem. O mais importante é acertar no presentinho: Feliz Dia das Mães! ♥




Siga e Retweete o @NewronioESPM para concorrer a uma echarpe de casimira trabalhada e garantir o presentinho!

0

Marketing perde de 6×0

#Internet por Ian Perlungieri




Seis!
Seis ações de marketing que falharam.
Seis marcas que passaram vergonha.
Uma delas foi Mc Donald’s que promoveu, no Twitter, uma hashtag chamada #McDstories que convidava os consumidores a falarem sobre os momentos na lanchonete. Porém, casos de infecção alimentar e de hamburgers com o inesperado, foram alguns dos conteúdos das mensagens dos tuiteiros.

"Nossa! Olha o tamanho do prejuízo!" – Ronald McDonald



Outra grande falha foi a rede de baldes de frango KFC (Kentucky Fried Chicken) que, após um alerta de tsunami na Tailândia, publicou uma mensagem no Facebook incentivando as pessoas a correrem para casa e pedirem um balde do frango da marca.

"Adoro humor negro!" – Coronel Sanders



Veja aqui as outras quatro marcas que falharam. Exame é o nome do site que achou essas campanhas para voseis (PIADA INFAME!)


Siga o @NewronioESPM e ganhe 20% de desconto!

0

A ousadia na publicidade

#dropsdaquinta por Kadesh




Domingo à tarde estava assistindo a uma entrevista que Washington Olivetto deu ao programa “Agora é Tarde”. Eis que Danilo Gentilli diz: “eu tenho impressão que nos anos 80 e 90 os comerciais eram mais marcantes. O que mudou de lá para cá?”. Washington logo respondeu ”o que está acontecendo nesse momento é que a publicidade mundial está vivendo um novo tempo onde todo mundo virou comunicador”.
Washington não estava mentindo, porém esse não é o único fator que está deixando a publicidade “chata”, o cliente tem medo de ousar e esse medo faz com que a publicidade fique cada vez mais com cara de material institucional. Uma prova desse medo são as mais novas campanhas da Oi e da Dafra, duas empresas que aparentemente não tem nada a ver uma com a outra a não ser pelos seus comerciais:








A mesma ideia, representada da mesma maneira e veiculada no mesmo período, de quem seria a culpa disso? Nós nunca saberemos, mas para não deixar vocês sem um pouquinho de ousadia, vai ai o novo filme da Y&R de Buenos Aires para a Presidencia de la Nacion.







Toda vez que o @NewronioESPM ganha um follower e um retweet, nasce uma estrelinha brilhante lá no céu.

0

Era uma vez um meme…

#Internet por Ian Perlungieri




… e fim? Não há uma explicação lógica para o surgimento dos memes? As pessoas morrerão infelizes por não saber sobre a origem deles?


 

No.

 


Para a sorte de todos existe um site que explica sobre a origem destes grandes fenômenos da internet. Um fenômeno que é caracterizado por pessoas, animais, vídeos, etc que se popularizam na internet.
Um exemplo da origem de um meme é o astrônomo Neil deGrasse Tyson que, em um vídeo que ele fala sobre Isaac Newton, faz o movimento conhecido por todos os fanáticos por memes. – 1:32


 

 


Know your meme é o site perfeito para as respostas de todas as suas perguntas! Pronto! Agora as pessoas morrerão felizes.


Me gusta @NewronioESPM! Siga-nos!

0

Doação de órgãos via facebook: um novo exemplo do velho boca a boca

#Internet por Henrique Castilho



Uma novidade no facebook rendeu bastante falação na semana passada. Agora seus usuários podem se declarar doadores de órgãos e compartilhar a informação com amigos e familiares. Estados Unidos e Reino Unido foram os países escolhidos para o lançamento da ferramenta, que pode se tornar global.


"McLovin, a 25 year-old Hawaiian organ donor"





A dúvida que gerou nos comentários de face e tweets é: “A ferramenta tem potencial para ser efetiva em campanhas de doação de órgãos ou é apenas uma vitrine para os usuários que cadastrarem na opção?”. Ainda não divulgaram nenhum tipo de resultado da ação, então não dá para ter certeza de sua efetividade. Porém, como comunicadores, nós do Newronio vemos um potencial grande para esse simples botão de Facebook.


Todo publicitário já consentiu que propaganda está longe de ser o meio mais convincente do mundo. Por outro lado, o boca a boca se mostrou um bom meio de comunicação desde que… as pessoas têm boca (Naquela época os homens já grunhiam os benefícios de ter um bom graveto para se acender uma fogueira).



Doe seus ógãos para a gente @NewronioESPM

0

Vivo som de chamada: um novo jeito de lucrar

#tárolando por Igor de Abreu



[ligação da vivo durante o horário de trabalho]
Auto-atendimento Vivo: tecle um para ouvir uma novidade e três para sair.

[após teclar um]
Auto-atendimento Vivo: você sabia que agora você pode selecionar uma música para que seus amigos ouçam enquanto esperam você atender? (…).


Faz tempo que já não se espera lucro com a venda de CD’s por parte das bandas, graças ao surgimento do MP3.  A Vivo se apropriou do mercado de faixas e ao invés de oferecer elas como toque do celular, elas viraram tom de chamada.


A brincadeira é que a pessoa, ao invés de ouvir o barulho de chamada enquanto te liga, ouve a música que você escolheu. Claro que isso não é de graça, as faixas estão disponíveis no site Vivo som de chamada e custam R$2,99.


Se até no site da vivo a aba “mais informações” está fora do ar, não temos muito mais o que dizer.


Para quem achou que só o serviço de atendimento era ruím

Para quem achou que só o serviço de atendimento era ruím





Aproveite que o nosso twitter ainda está no ar e siga-nos: @NewronioESPM.