No dia a dia, escutamos histórias de vítimas de estupro e abuso sexual. Muitas mulheres sofrem diariamente um ataque de um estranho e até mesmo de seu parceiro ou parente.

Já é difícil para as vítimas, na maioria mulheres e crianças, exporem o que sofreram por acreditarem ser culpa delas ou por sentirem pavor de sofrerem algum castigo do opressor. E, após ouvirem milhares de histórias na TV ou em sites sobre como esses casos estão ganhando mais repercussão. Elas então decidem falar sobre. Vão em busca dos seus direitos, muitas vezes não por elas, mas para evitar aconteça novamente.

Com tudo isso acontecendo, a fundação Joyful Heart foi criada para ajudar no “processo de cura” dos sobreviventes desses crimes como a violência doméstica, abuso sexual e abuso infantil, para que as vítimas tenham um suporte que acabam não recebendo quando procuram ajuda das autoridades.

E, recentemente, criaram um vídeo mostrando metaforicamente como a vítima acaba sendo tratada quando decide denunciar.

A triste realidade mostra que a denúncia se torna fraca e muitas vezes é arquivada. Os casos são tantos que, o que parece, é que está mais fácil colocá-la na fila de espera. Esse crime se tornou banal. E, as pessoas acabam se esquecendo, que as vítimas não tem culpa de serem mais uma de 1 milhão de casos. A saúde tanto mental como física está em risco e eles não são apenas uma folha de papel para se guardar em um armário de “casos não resolvidos”.

É necessário encontrar a justiça e perceber que o problema do número alto dos casos vem do descaso da sociedade que olha para isso como mais um caso qualquer.

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