Categoria: Internet

Por onde você passou

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Muita gente acha que o Facebook está ficando cada vez mais chato, alguns põe a culpa na enorme popularização da rede social e ficam reclamando que o feed fica todo poluído com as tias chatas compartilhando sobre Jesus, comentando nas fotos que você é marcado e espalhando aquelas correntes de que a partir da semana que vem o Facebook vai ser pago. Outros preferem colocar a culpa que não tem mais o que fazer no Facebook e que outras redes sociais tem recursos mais interessantes e chamam mais atenção pelo o que podem fornecem ao usuário.

Sem dúvida o mais importante para qualquer rede social é conectar pessoas e isso o Facebook prova fazer muito bem, porém o que está acontecendo cada vez mais é que as redes sociais tem que ter alguma utilidade de certa relevância para seus usuários. O Foursquare, consegue ser um ótimo exemplo disso, uma rede social onde você pode procurar lugares legais para ir, coisas para fazer, deixar dicas dos lugares que você frequenta e ainda saber onde seus amigos estão e o que eles podem sugerir.

Seguindo essa linha e para comemorar os mais de 4 bilhões de check-ins já feitos pelo mundo,  o Foursquare resolveu, junto com a Samsung, desenvolver um site para fazer cada usuário reviver por onde passou, de um jeito diferente e inovador. O Foursquare Time Machine mostra todos o lugares que a pessoa já deu check-in, conectando-os, de um jeito muito bonito, mostrando estatísticas sobre quais tipos de lugares são os mais frequentados e até os dias que o usuário costuma mais usar a rede social. Para quem  tem o costume de utilizar a plataforma pode significar reviver alguns momentos que ficaram esquecidos. E para não fugir da utilidade que o app sempre mostrou ter, no final da experiência surgem opções de lugares que provavelmente você vai gostar de conhecer e pode ser salvo como uma lista para te lembrar de sair de casa.


Estudante de Comunicação pela ESPM. Gosto de pensar como as coisas poderiam ser diferentes e se poderiam ser melhores. Me interesso por qualquer coisa, especialmente por redes sociais, tecnologia e música


Até onde vai o BV?

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Ainda hoje, mesmo sendo discutido e falado abertamente, o BV ainda causa muita polêmica entre as pessoas que estão envolvidas no meio publicitário. Para alguns, a comissão paga por muitos veículos de comunicação para as agências, chamada de ‘Bonificação por Volume’ é uma prática normal do mercado, que foi criada para aperfeiçoar o trabalho das agências e incentivar os profissionais de propaganda. Para outros, o BV é uma maneira de os grandes grupos de comunicação monopolizarem o mercado, dificultando a concorrência na busca por anunciantes, isso porque quanto mais clientes forem direcionados a um grupo de mídia, maior poderá ser a comissão.

O lado dos que críticam a Bonificação ainda se apoiam que esse modelo não é comumente utilizado em nenhum outro lugar do mundo, onde na maioria, a compra de mídia é feita por Bureaus especializados. Em alguns países como os Estados Unidos, apesar de existir, a prática não é nada bem vista, se não for algo muito transparente entre agência e cliente. O que ninguém põe em discussão é que o BV é o grande responsável por grande parte dos faturamentos das agências brasileiras.

Assim o que antes parecia ser um meio totalmente diferente para as agências trabalharem, a internet cada vez mais parece se alinhar com os meios ditos tradicionais. Claro que considerando o digital, a grande receita ainda vem dos bolsos do cliente e não do anunciante, mas isso parece que pode mudar.

A força do BV no Brasil é tão forte que até a gigante Google está entrando nos moldes brasileiros, não para links patrocinados mas sim para anúncios no Youtube, como por exemplo os que se utilizam do True View (que o comercial só é cobrado do anunciante caso o vídeo seja visto inteiro), que parecem se configurar como prioridades para a empresa no Brasil.

Não que isso irá acontecer, mas seria bem interessante ver grandes agências contando com um depósito de blogueiros para receber o BV daqueles posts patrocinados.


Estudante de Comunicação pela ESPM. Gosto de pensar como as coisas poderiam ser diferentes e se poderiam ser melhores. Me interesso por qualquer coisa, especialmente por redes sociais, tecnologia e música


Sua vida por um triz (ou não)

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Se você já passou horas debatendo se devia aquiescer às reclamações dos pastores da privacidade e deletar sua conta no Facebook de uma vez por todas, mas não conseguiu ir em frente e cometer suicídio midiático, uma solução foi encontrada para você.

“Social Roulette” é um jogo que te dá uma chance em seis de deletar sua conta no Facebook. Se você perder, o jogo irá apagar todos os seus posts, amigos, fotos e outros elementos do seu perfil antes de desativá-lo completamente. Se você for sortudo o suficiente e sobreviver, a mensagem “I just played Social Roulette and survived” (“eu acabei de jogar Social Roulette e sobrevivi”, em bom e velho tupiniquim) será publicada em seu feed de notícias.

Criado por Jonas Lund, Jonas Jongelan e professor da NYU (New York University) Kyle McDonald, o jogo é a solução perfeita para pessoas que têm muito medo de apertar o gatilho de desativação por si mesmas.

No Twitter do jogo, a mensagem: “Social Roulette é um presente para todos que sentem que não conseguem deletar suas contas no Facebook. #bang.” Singelo.

Não dá para negar, dá medo. O que vai acontecer com todas aquelas fotos que você tirou na sua formatura da oitava série?? Ou com aquele hambúrguer delicioso que era tão bom que mereceu uma foto com filtro no Instagram?

É, pode parecer ridículo (muito ridículo), mas não há como negar que um pedacinho, ou em alguns casos, a nossa vida toda esteja atada ao Facebook. Experimente dar um tempo da rede social durante as férias, por exemplo, e veja à quantas festas você será convidado.

E você, tem coragem de jogar Social Roulette. Afinal, nas eternas e sábias palavras de Jigsaw, é só um jogo.


Julia. 20. Cursa comunicação social e resolve cubos mágicos. Leva personagens fictícios muito a sério.


Juntando gente boa

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Inconformados com as baixas estatísticas de brasileiros que se engajam em atividades voluntárias – apenas 18% da população, bem distante da taxa global, 37% – quatro estudantes, André Cervi, Bruno Tataren, Daniel Morais e Luis Madaleno, criaram a rede social Atados. Com o apoio de 70 organizações atuantes na cidade de São Paulo, o site surgiu para tentar estimular e facilitar o acesso às oportunidades de voluntariado.

O Atados além de possibilitar às pessoas encontrar de maneira fácil as oportunidades, permite aos usuários compartilhar atividades e experiências e incentivar seus amigos a também participar de ações voluntárias. Para que a escolha seja ideal ao perfil do voluntário, o site leva em conta as suas preferencias e a sua localização, basta se cadastrar e encontrar, entre as várias opções, a atividade mais adequada.

A rede tem uma fan page no Facebook com mais de oito mil fãs e, aproximadamente, sete mil usuários estão cadastrados. É uma ideia tão boa que, apesar de não trazer a solução sozinha, impulsiona a mudança e contamina os usuários com as diversas iniciativas.

Para se atar, é só se cadastrar por aqui: http://www.atados.com.br/site/


Estudante da ESPM e aspirante a publicitária e comunicóloga. Adora escrever qualquer coisa que não seja sobre ela mesma.


Altamente sociável

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O Tumblr, primo mais novo do Blogspot, cresceu bastante esse último ano: foram criados 100 milhões de blogs desde o lançamento do site. E agora, com a invenção do Babblr - que funciona mais ou menos como o chat do Facebook – usuários poderão conversar instantaneamente pela plataforma do blog, mais uma das tentativas de tirar o Tumblr dos moldes de um blog e re-introduzí-lo como rede social.

Do jeito que está, o Tumblr permite que seus usuários sigam blogs, ♥ posts e adicionem seus próprios comentários em posts de outras pessoas. Existe a opção de envio de “fan mail” que permite que usuários mandem mensagens entre si, mas nada que permita comunicação em tempo real. O Babblr é um aplicativo add-on feito por terceiros, não é oficial do Tumblr, mas que permite a conversação entre seguidores e amigos. Também existe a opção de criar grupos de conversa, o que deixa mais fácil lembrar como você conheceu certas pessoas.

O time por trás do Babblr é composto por Trevor Clarke, Brandon Sowers e Brett Williams, sendo que todos eles também são reponsáveis pelo site de causas sociais “Sevenly”. A ideia que deu base para a criação do chat veio de Clarke, que considera o Babblr uma ótima ferramenta para receber atualizações em tempo reais de todos os seus seguidores.

No momento, quem estiver interessado por se inscrever para testar a versão beta do Babblr, que está sendo liberada em lotes, de acordo com a lista de inscritos. O serviço vai lançar sua versão completa no dia 7 de maio, e nesse dia vai parar de ser gratuito: a utilização do Babblr envolverá o pagamento de uma taxa simbólica e única de US$0,99 para fazer o download da extensão do Tumblr. Até agora 26000 usuários tiveram acesso à versão beta do Babblr, e essas almas sortudas não terão que pagar nada quando a full version for disponibilizada.


Julia. 20. Cursa comunicação social e resolve cubos mágicos. Leva personagens fictícios muito a sério.


Sintetizando sais de banho

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Keith West-Harrison coloca seu capacete amarelo, óculos protetores e começa a pesar ingredientes.

Como um cientista, ele presta muita atenção.

Misturando lavanda, laranja gerânio, madeira de cedro, rosas e incenso, West-Harrison deixa a mistura descansar por 30 minutos.

Quando o tempo acaba, West-Harrison acaba de produzir mais ou menos um quilo de seu novo produto: sais de banho “Bathing Bad”.

Inspirado na famosa “metanfetamina azul” da série “Breaking Bad”, West-Harrison – dono da companhia Great Face & Body com seu parceiro e sócio André – diz que o produto é um meio dos consumidores relaxarem após uma longa jornada de trabalho.

Os sais de banho, que são vendidos em saquinhos Ziploc de 200 gramas, são vendidos pelo site da própria empresa e da Firebox (loja online que se especializa em produtos de séries de TV: desde a cerveja Duff até o trono de ferro de Game of Thrones). O casal criou também um creme hidratante também inspirado em “Breaking Bad” para depois do banho.

Baseada em Albuquerque, a empresa de West-Harrison não é a primeira a inventar produtos inspirados na série. Uma loja de donuts já havia criado um doce polvilhado de metanfetamina – quer dizer, açúcar de confeiteiro azul.

Segundo André West-Harrison, a Great Face & Body tem alguns dos atores da série como clientes, e como haviam acabado de comprar um novo terreno para suas instalações, decidiram seguir os passos de Jesse Pinkman. “Achamos que vender sais de banhos era uma ideia melhor do que metanfetamina, já que eu não sou químico e nós não estávamos com muita vontade de ir para a cadeia,” conta André.

A empresa jura que o produto é feito de sal grosso tingido com tinta de repolho.

Parte do dinheiro das vendas é revertido para uma comunidade de apoio aos imigrantes Latinos no Novo México.


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Batalha de fotos

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Talvez seja porque o planeta anda muito estressado, ou porque o app se classifica como entretenimento “para pessoas horríveis”. Mas “Snap, Snap, Go!” rapidamente se tornou o aplicativo favorito de muita gente. Pelo menos por hoje.

É um daqueles passa-tempos com absolutamente nenhum propósito além de ser um jogo bobinho. Que é o caso de basicamente todos os outros jogos para smartphones, como “SnapChat”, “Draw Something” e uma miríade de outros sucessos mobile. Aliás, o melhor destino para o “Snap, Snap, Go!” será terminar como o “Draw Something”: uma adoção mundial rápida como um raio, seguido de vendas e esquecimento igualmente rápidos. Nesta ordem.

Por enquanto está bom – o jogo é só um projeto, não ainda uma companhia. Geoff Stearns, líder de tecnologia da equipe que criou o player do YouTube, criou uma versão do jogo ano passado com a ajuda de seus parceiros Ajay Chainani e Brian Pelayo; e recentemente decidiram reviver o jogo.

É assim que ele funciona:

Assim que você se registra e autoriza o aplicativo a acessar sua lista de amigos do Facebook ou do Twitter, você pode escolher uma de duas opções: Começar um jogo com um amigo ou um desconhecido ou julgar o jogo de alguém. O conceito básico é simples, “Snap, Snap, Go!” te mostra uma frase com uma palavra faltando, e é sua missão tirar uma foto que complete a lacuna.

As frases incluem “_____ comeu meu dever de casa,” e “tenho 99 problemas, mas ______ não é um deles,” e até “queria ter uma máquina que vendesse _____”. Assim que você e seu oponente tirarem as fotos, uma seleção aleatória dos usuários do aplicativo irá votar naquela que eles mais gostarem. Stearns e sua equipe criam frases propositalmente relacionadas à memes e piadas da Internet. Foi inspirado, em parte, pelo jogo “Cards Against Humanity”, e digamos que seja um “Apples to Apples” não tão politicamente correto.


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Música, diversão e arte

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Começa hoje na Califórnia um dos maiores festivais de música do mundo, o Coachella. Inspiração de todos os festivais que temos por aqui, esse ano o evento completa catorze anos, e para comemorar o sucesso, o festival foi dividido em dois finais de semana: 12 – 14 de Abril e 19 – 21 de Abril.

Estima-se que o Coachella receberá 80000 por dia para um evento que esgotou seus ingressos na primeira hora de vendas – o que não é nada mal considerando que a primeira edição do festival foi um fiasco que contou com somente 10000 espectadores. Os ingressos estavam numa faixa de preço entre US$349 e US$799.

Mas o que tornou o Coachella um sucesso tão rapidamente? As mídias sociais tiverem muita influência no desempenho do evento: dez dias atrás o Twitter já estava repleto de fãs animadamente fazendo contagem regressiva, comentando sobre as bandas que irão se apresentar e planejando encontrar os amigos sob o sol da Califórnia. O site oficial do festival também permite que o usuário monte seu próprio line-up, que pode ser compartilhado nas mais diversas redes sociais, como Facebook, Twitter, Foursquare, Tumblr, etc. Nessa linha, graças ao YouTube, se você tiver perdido seu voo para os Estados Unidos, os shows estarão sendo passados online em um streaming ao vivo. Infelizmente, o site CraveOnline divulgou que alguns shows não passarão na transmissão online, portanto os fãs de Of Monsters and Men, Blur e Wu-Tang Clan terão que esperar por outra oportunidade.

Além disso, o Coachella já chegou à tamanhas proporções que não pode ser taxado somente como uma oportunidade para amantes da música se juntarem. As bandas que se apresentam encaram o festival como uma oportunidade para alavancar sua carreira, o que é especialmente importante para aqueles que ainda não alcançaram o status de headliner.

Confira no site oficial o lineup do evento, que inclui diversos gêneros musicais como Yeah Yeah Yeahs, Tegan & Sara, Phoenix, The xx, entre outros.


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Informação express

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Estudos apontam que os Millenials, jovens entre 18 e 29 anos, passam uma média de 40 horas por semana online, o equivalente à carga horária de um emprego remunerado (pode checar se você não acredita). E se você pudesse dedicar 15 míseros minutos desse tempo todo por semana para aprender algo que você não sabe ou esqueceu?

Foi baseado mais ou menos nessa ideia que surgiu o canal “CrashCourse” no YouTube, criado por John (autor de “A Culpa é das Estrelas” “Onde Está Você, Alasca?”) e Hank Green (co-criador de “The Lizzie Bennet Diaries” e dono da fundação EcoGeek), os vlogbrothers. Eles resolveram aliar a abrangência de público que têm online e offline ao tempo passado pela sua audiência fazendo nada na Internet e criar um canal no YouTube em que explicam, de maneira rápida e lúdica, tudo aquilo que você deveria ter aprendido no colegial.

CrashCourse foi criado em Janeiro de 2012, e um ano depois o canal já conta com mais de 31 milhões de visualizações e 129 vídeos, divididos em matérias. Toda semana é postado um vídeo novo, e enquanto que inicialmente as categorias eram somente História e Biologia, o canal agora conta com seis temas diferentes: história, literatura, história dos Estados Unidos, química, ecologia e biologia. John Green lida com os assuntos de humanas e seu irmão tem a tarefa de postar os vídeos de biológicas.

O canal conta com mais de 600 mil inscritos, sendo que o número sobe a cada atualização dada na página, e os vídeos já abordaram temas como capitalismo, fungos, Holden Caulfield, entre outros.


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E que comece a contagem regressiva

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Não é somente mais um sonho no coração dos fãs, um plano elaborado pelo criador da série Mitchell Hurwitz ou uma pergunta para ser respondida por todo o elenco em todas as entrevistas que fizeram desde 2006. Uma nova temporada de “Arrested Development” vai ser transmitida a partir de 26 de maio, na Netflix.

A Netflix anunciou para a imprensa que quinze episódios de “Arrested Development”, o que seria a quarta temporada da série de comédia cult, seriam postados simultaneamente no site, à meia noite de lá (4:00 da manhã para os residentes de áreas tupiniquins).

Ted Sarandos, o representante de conteúdo da Netflix disse em uma entrevista que os novos episódios foram feitos de modo a se adequarem à nova era on-demand que vivemos, em que os consumidores de entretenimento procuram um serviço que os permita assistir aquilo que quiserem, na hora que quiserem. Além disso, Sarandos mencionou que o nível de expectativa por uma continuação da série é tão alto que a estreia da nova temporada será um marco histórico.

No entanto, Hurwitz rebateu os argumentos de Sarandos dizendo que essa não era a intenção dele ao criar mais cinco episódios. Ele disse que é uma empreitada que somente podia ser feita em parceria com a Netflix, mas que seu objetivo principal era que todos os episódios passassem ao mesmo tempo em todas as TVs, computadores e dispositivos do mundo. Pode parecer uma meta um tanto quanto utópica mas, considerando o mundo globalizado em que vivemos, talvez o sonho de Hurwitz se realize juntamente com o de seus fãs.

“Arrested Development”, que originalmente contou com três temporadas na Fox entre 2003 e 2006, tinha Jason Bateman como o líder de uma família nada convencional, composta por diversos rostos conhecidos como Michael Cera, Will Arnett, Portia di Rossi, entre outros. A série recebeu um Emmy na categoria de séries de comédia, mas nunca foi um hit. No entanto, isso não pareceu um problema para a Netflix, que vem rapidamente adicionando diversos tipos de conteúdo original à seu portfolio. “Arrested Development” se juntará a diversas outras séries que só podem ser vistas por meio do serviço de televisão para a Internet, como “House of Cards” (que inclui David Fincher na lista de produtores), “Hemlock Grove” e “Orange Is The New Black”.


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