Categoria: Comportamento

#vemprarua

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O tema manifestações ganhou uma enorme repercussão e o lema “vem pra rua” foi incorporado ao protesto. O jingle, originalmente, de uma campanha institucional da montadora Fiat para a Copa das Confederações no Brasil, vem embalando e ganhando voz nas ruas de todo o país, algo inimaginável até mesmo para a marca. Apesar dos rumores de que a campanha sairia do ar devido a associação feita pelos manifestantes com a letra, a campanha ainda deve permanecer na mídia até sábado, segundo a Fiat, seguindo o cronograma original.

A música animada e convidativa cantada por Falcão do grupo O Rappa e criada pela Agência Fiat/Agência Click Isobar e Leo Burnett Tailor Made, foi, literalmente, incorporada pelos brasileiros que saíram as ruas, mas não como torcedores motivados pelo futebol, seguindo a sugestão do jingle, e sim para um protesto que nada tem haver com carros ou títulos de campeonato. Um comercial que tinha tudo para ser  só mais um em meio a milhares de outros comerciais que falam sobre os jogos no Brasil, conseguiu, sem a menor intenção, um destaque nacional. A hashtag #vemprarua  lançada de forma espontânea pelos brasileiros tomou conta das redes sociais e dos gritos pelas capitais do país, levando as pessoas mesmo inconscientemente a lembrarem da Fiat e levarem a sério a afirmação de que “a rua é a maior arquibancada do Brasil”.

Com toda essa repercussão em torno das manifestações, há quem pense até que a montadora chegou a intensificar a veiculação do vídeo publicitário, outro fato negado pela própria empresa que insistiu que tudo segue conforme o plano de mídia. A questão é que, em meio a toda essa euforia vivida nas ruas e afirmada nas redes sociais, o comercial ganha, automaticamente, mais relevância e evidência com o público, inclusive com aquele mesmo que absorveu as palavras cantadas como hino e grito de guerra. A Fiat mesmo sem se posicionar ou fazer qualquer declaração já faz parte do movimento e isso pode ser muito bom para a marca e sua visibilidade.


Estudante da ESPM e aspirante a publicitária e comunicóloga. Adora escrever qualquer coisa que não seja sobre ela mesma.


Ativismo de Facebook não é acomodação

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É inevitável, não tem jeito de não comentar sobre as manifestações que tomaram conta do Brasil e estão ganhando apoio popular em todo o mundo. O momento que estamos passando parece mostrar que a paciência e a acomodação, tão falada, dos brasileiros chegou ao fim. Porém esse cenário hoje, possui uma característica nova, diferente de todos os outros movimentos que já aconteceram por aqui.

O que vimos nos primeiros dias de manifestação pela TV e por alguns grupos midiáticos, deixou parecer que o movimento que estava na rua era feito de baderneiros e vândalos e a ação da polícia estava colocando ordem na cidade, o que foi se mostrando aos poucos, ser uma grande manipulação do que realmente estava acontecendo, e isso só pode ser visto quando entrou em ação o tão questionado ativismo do sofá, aquele feito nas mídias sociais.

Assim como acompanhamos com a Primavera Árabe, que desde 2010 vem mudando radicalmente o cenário do Norte da África e do Oriente Médio, o Facebook, Youtube, Twitter, Tumblr e outras redes sociais estão tendo um papel super importante para marcar encontros, comunicar o que está acontecendo, sensibilizar a população e até, constantemente, estabelecer diálogos entre as diferentes partes. Como colocado muito bem pelo Google em seu vídeo (abaixo) para promover o Hangout, a famosa Ágora, tão importante para as Pólis Gregas, onde as pessoas se reuniam para debater sobre assuntos importantes, hoje são as midías sociais.

O que estamos presenciando pela primeira vez, é  alguns grandes grupos de mídia tentaram mostrar uma visão equivocada do que realmente aconteceu, os manifestantes conseguiram mostrar o lado deles, e fatos que nunca saberíamos sem o auxílio da internet. Junto com a manifestação apareceram vários Tumblrs sobre inocentes feridos, muitos vídeos sobre abuso de poder da polícia e muitas páginas e posts para discutir o que deve ser reivindicado e o que não deve ser aturado até dentro da manifestação, por exemplo, os atos de vandalismo e depredação. Assim se viu no meio jornalístico vários críticos mudando suas posições durante os dias e adequando seus discursos ao que era compartilhado nos meios digitais. Os papéis parecem estar aos poucos se invertendo, a grande mídia que muitas vezes é chamada de alienadora, por ter grande influência na opinião pública, parece estar com dificuldades para isso e aos poucos sendo pautado pelos interesses da população. Foi isso que a Obama’s Cave percebeu de tão forte nas mídias sociais, nas eleições presidenciais americanas, como já falamos por aqui.

O auxílio que a internet pode dar a esses movimentos são tão fortes que por um lado pessoas ligadas aos movimentos pediram que as pessoas que morassem na região por onde a manifestação passaria, tirassem a senha dos Wi-Fis residenciais para assim ficar mais fácil o compartilhamento do que está acontecendo por lá. E o resultado disso tudo, foi um único tema nas redes sociais durante a última semana, já que 79 milhões de pessoas estavam falando sobre o mesmo tema.


Estudante de Comunicação pela ESPM. Gosto de pensar como as coisas poderiam ser diferentes e se poderiam ser melhores. Me interesso por qualquer coisa, especialmente por redes sociais, tecnologia e música


Sua mãe te ensinou a dividir suas coisas? Ela estava certa mais uma vez

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Como você imagina o futuro? Carros voadores por todas as partes, cheio de robôs para fazer aquilo que a gente não gosta, além de holografias tri dimensionais que podemos mudá-las de posição e analisá-las de vários pontos de vista, tudo isso seria muito legal, mas tem uma parte importante do futuro que muita gente não parou pra pensar.

Desde a Revolução Industrial estamos inseridos em uma sociedade capitalista baseada no consumo de bens. Basicamente isso se resume a um ciclo, onde a empresa precisa vender o que ela produz, então ela paga pelo tempo que o trabalhador dedica produzindo, para que ele tenha dinheiro suficiente para comprar o que as organizações disponibilizam para ele e esse dinheiro então volta para e empresa, assim ela terá dinheiro para produzir mais e mais.

O que está acontecendo é que a sociedade, e você pode não perceber, mas está passando por esse processo, está percebendo que o valor das coisas não está realmente no que elas são, e sim no benefício que tal bem gera a você. Segundo Jeremy Rifkin, estamos entrando em um novo momento chamado “A Era do Acesso”. Será que você precisa mesmo comprar uma televisão nova, uma bolsa nova ou um um carro novo? Ou seria mais fácil você ter acesso a vários tipos de produtos quando tivesse a necessidade de usá-los?

Alguns mercados já saíram na frente e estão mostrando que isso não é nem um pouco utópico e pode ter muito sucesso. Serviços como Netflix e Rdio, que são serviços de streaming mostram que você não precisa ter um monte de música, filmes e séries no seu computador ou na sua casa, basta você ter acesso a eles quando você quiser.

Parece que estamos caminhando para esse futuro, que muitos chamam de Consumo Colaborativo, e parece ser um caminho sem volta, não é um futuro que esperávamos e não sei se todos estam preparados para sair compartilhando seus pertences com os outros, mas os benefícios trazidos são muito maiores que os prejuízos. Esse tipo de comportamento nos leva a consumir menos, colocar menos produtos, que depois de pouco tempo, podem virar entulho e não teriam mais utilidade além de possibilitar o acesso à uma gama de benefícios muito maiores do que você teria caso tivesse que comprar tudo o que fosse usar.


Estudante de Comunicação pela ESPM. Gosto de pensar como as coisas poderiam ser diferentes e se poderiam ser melhores. Me interesso por qualquer coisa, especialmente por redes sociais, tecnologia e música


O que acontece enquanto você dorme

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Por João Rietmann

Meio da noite. Um número estrangeiro toca no celular. “Good evening, the time has come, don’t miss your appointment. Someone is waiting for you in the night” (Boa noite, a hora chegou, não perca seu encontro. Alguém te espera no meio da noite). Sei do que se trata. Ligo o computador. Abro meu browser e entro no site.

Sou apresentado à Francis, um bombeiro com um trabalho desgastante e uma família que precisa de atenção. Porém, suas noites em claro acabam consumindo sua energia para manter o ritmo de sua rotina. Ele sofre de uma desordem que atinge 30% da população dos países desenvolvidos: a insônia.

Após experienciar a rotina do bombeiro, outras pessoas são apresentadas. Com cada uma, é possível entender a insônia de perspectivas diferentes. Alguns sofrem, são depressivos e procuram se tratar, se angustiam. Outros simplesmente se adaptam e  a adotam como um estilo de vida.

Intrigante, o site é apenas disponibilizado para aqueles que sacrificam parte do seu sono para entender como essas pessoas se sentem. O conceito é novo, se apresenta como um documentário interativo e colaborativo, assim, sendo um insonioso ou não, você é convidado a compartilhar sua experiência com a noite.


Escolhi fazer comunicação por gostar (e muito) de me comunicar. Sou tímida no começo, mas depois de um tempo já sou íntima. Eu nunca escrevi em blog, mas gosto muito de escrever. Gosto muito de estar atualizada, principalmente no que se refere à moda.


Miopia não, Cegueira de Marketing

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Um tempo atrás, em um curso com o Beto Bina na São Paulo Digital School, ele falava sobre um movimento que parece estar acontecendo cada vez com mais frequência. Com o tamanho avanço tecnológico que estamos presenciando, muitos produtos e relações de empresas com consumidor, além de comportamentos sociais vão evoluindo ou mudando e grandes empresas consolidadas não conseguem acompanhar esses movimentos, muitas vezes acabam superadas.

Esta cada vez mais fácil encontrar exemplos para esse cenário o Square, um exemplo disso, que possibilita um smartphone ou Ipad realizar transações com cartões. O interessante é que no caso do Square seria normal se fosse idealizado por um banco ou a Cielo, Redecard, mas muito longe disso, quem fez o Square foi o Jack Dorsey, também criador do Twitter. No Brasil, quem está introduzindo esse produto é a UOL através de sua plataforma PagSeguro.

Além do Square, poderíamos aprofundar em vários outros exemplos, como Instagram que, se fosse pensado pela Kodak, poderia tirar a empresa da falência. o Rdio, seria totalmente normal qualquer gravadora recorrer a esse recurso para salvar o mercado músical, mas quem trouxe o serviço de streaming online de música para o Brasil foi a Oi e ontem o Google anunciou o seu próprio serviço de música. O que será que as empresas de rádio taxi estão pensando em fazer com todos seus funcionários de atendimento, agora que cada vez mais pessoas chamam taxi, de um jeito muito mais fácil, por um app no smartphone.

Mesmo com Theodore Levitt, em 1960, já falando sobre esse fenômeno que acontece nas empresas, de elas serem tão focadas no seus produtos, deixando de analisar os consumidores com seus costumes e comportamentos, ainda hoje empresas parecem não investir e dar o devido valor para o seu consumidor e acabam caindo na armadilha de perder uma grande oportunidade ou um grande movimento da sociedade.


Estudante de Comunicação pela ESPM. Gosto de pensar como as coisas poderiam ser diferentes e se poderiam ser melhores. Me interesso por qualquer coisa, especialmente por redes sociais, tecnologia e música


Juntando gente boa

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Inconformados com as baixas estatísticas de brasileiros que se engajam em atividades voluntárias – apenas 18% da população, bem distante da taxa global, 37% – quatro estudantes, André Cervi, Bruno Tataren, Daniel Morais e Luis Madaleno, criaram a rede social Atados. Com o apoio de 70 organizações atuantes na cidade de São Paulo, o site surgiu para tentar estimular e facilitar o acesso às oportunidades de voluntariado.

O Atados além de possibilitar às pessoas encontrar de maneira fácil as oportunidades, permite aos usuários compartilhar atividades e experiências e incentivar seus amigos a também participar de ações voluntárias. Para que a escolha seja ideal ao perfil do voluntário, o site leva em conta as suas preferencias e a sua localização, basta se cadastrar e encontrar, entre as várias opções, a atividade mais adequada.

A rede tem uma fan page no Facebook com mais de oito mil fãs e, aproximadamente, sete mil usuários estão cadastrados. É uma ideia tão boa que, apesar de não trazer a solução sozinha, impulsiona a mudança e contamina os usuários com as diversas iniciativas.

Para se atar, é só se cadastrar por aqui: http://www.atados.com.br/site/


Estudante da ESPM e aspirante a publicitária e comunicóloga. Adora escrever qualquer coisa que não seja sobre ela mesma.


Dê adeus ao seu bermudão e seu cabelo “despenteado”

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Atualmente, 50 anos depois de sua primeira camisa vendida, a Ben Sherman está resgatando um universo masculino esquecido. Mergulhando no passado, lembramos que décadas atrás homens não apenas cobriam seus corpos flácidos e peludos com os panos mais confortáveis que pudessem encontrar, homens que cuidavam de sua aparência não eram metrossexuais, eram apenas homens que cuidavam de sua aparência.

Em meio essa sociedade pseudo largada que se preocupa tanto com a aparência do próximo, estão ressurgindo valores, o passado nos rodeia e nos acolhe. Suprindo essas tendências, não só a Ben Sherman, mas também empreendedores brasileiros estão em busca de resgatar esses tais valores masculinos, como no caso da rede de barbearias Nove de Julho, que trazem a São Paulo os velhos modos de barba feita com navalha e toalha quente.

Um pouco mais amplamente, a camisaria inglesa está usando do mundo moderno para expor seus moldes do passado. Essa semana foi lançado o Tailoring Journal (Revista de alfaiataria), que pode ser recolhido em qualquer loja da marca nos Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha (ainda não contamos com nenhum exemplar no “terceiro mundo”), essa revista trás matérias voltadas para a moda masculina, a volta da alfaiataria, etc. Para moradores de terras mais remotas, como eu, foi criado um portal com muita informação bacana, desde como escolher a gola certa para sua camisa, ou como comprar um terno, além de dicas para barba, etc.

Além do Tailoring Journal, a Ben Sherman lançou um livro chamado 50 years of british style culture, escrito por Josh Sims, que documenta cinco décadas de moda, música e política na Inglaterra, tudo isso somado a uma web série chamada Conversations in modernism, que coloca frente a frente profissionais de diferentes áreas debatendo sobre: O que é o modernismo para você? – e o que é bem bacana, são as ocupações dos participantes que variam entre fotógrafo, músico, alfaiate, dono de uma loja de lps, etc.

Portanto, se você quiser abandonar sua bermuda cargo camuflada e seu crocs, agora já tem pra onde correr e dar um tapa no visual.

 


Estudante de publicidade, música, fotografia e das coisas boas e ruins da vida.


Vende-se autoestima

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Não é novidade para ninguém a maneira como Dove anuncia seus produtos, porém é inacreditável como a marca consegue inovar em cima de um mesmo conceito: autoestima.

A nova campanha global traz as reações de mulheres comuns ao comparar a imagem que elas têm de si mesmas frente a imagem que os outros têm delas. Para isso, sete mulheres foram convidadas a fazer uma espécie de retrato falado, descrevendo suas características para Gil Zamora, artista forense do FBI. Depois de descrever elas mesmas, outras pessoas, desconhecidas, fizeram o mesmo. No final, elas foram chamadas para comparar a descrição delas por elas mesmas e por desconhecidos, comprovando, assim, que são mais bonitas do que pensam.

Em um vídeo emocionante, Dove consegue extrair de nós mesmas, consumidoras ou não do produto, confiança, fazendo-nos acreditar que a beleza está ali, todos conseguem ver, menos nós mesmas, enganadas por nossa visão crítica e cética.

A marca já promoveu a autoestima de várias outras formas, apelando até para a percepção de beleza de meninas. A campanha é de 2007, mas vale a pena comparar com a atual.

A Unilever, que é responsável pelas propagandas da Dove, também é responsável pela comunicação do Axe e, bem ao contrário do “Você é mais bonita do que pensa”, esse produto traz o conceito “Acumule mulheres”. Extremamente machista, esses anúncios falam exatamente o que o público, ao qual é destinado, quer ouvir. Assim, acaba na contradição, provando que um discurso bonito, também procura o lucro.


Estudante da ESPM e aspirante a publicitária e comunicóloga. Adora escrever qualquer coisa que não seja sobre ela mesma.


Oito horas de escravidão criativa remunerada

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Sentado aqui na redação pesquisando, ou ouvindo as reclamações de vários amigos no dia a dia, é possível constatar a insatisfação de muitos, e principalmente daqueles ligados a criação e elaboração de ideias. Depois de trombar com este texto na world wide web nossa de cada dia, consegui estruturar uma relação. Os criadores reclamam de sua jornada estipulada de trabalho, embasados no argumento: não tenho horário estipulado para criar ou ter ideias, muitos se revoltam.

Fazendo uma ligação com o texto, vemos que o exemplo de nós criadores publicitários, também se encaixa neste método. Cumprindo as oito horas dentro de uma agência, nem sempre trará a ideia que busca, sendo assim, esta confecção da ideia se estende para suas horas “livres” do dia, fazendo com que mesmo não cumprindo aquelas não muito bem vindas horas extras na agência, você esteja ligado ao trabalho.  Possivelmente, perdendo atenção na sua família, nos seus lazeres, e em você mesmo, se tornando um escravo das ideias mal resolvidas nas oito horas internas na agência. Essa equação não saudável, não é equilibrada com dinheiro, e resulta quase sempre em estresse, falta de tempo para as coisas que te realizam além do trabalho, etc.


Estudante de publicidade, música, fotografia e das coisas boas e ruins da vida.


Layout clean parece que funciona

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#redessociais por Luisa Fleury

Não sei se você  já reparou, mas já faz tempo que as redes sociais estão usando um layout ao estilo do Pinterest ou Instagram.Com o lançamento do novo feed de notícias do Facebook na semana passada (entre na fila de espera nesse link), podemos ver um belo exemplo disso. Demorou, mas ele entrou para o clube do layout clean. O design que estava ficando cada vez mais poluído por publicidade, ficou muito mais limpo e fácil de achar, ver e se relacionar.

Dando uma olhada no vídeo do link acima, o pessoal do Facebook diz que os anunciantes terão mais espaço e estarão no meio do feed de notícias, onde o que é priorizado é o conteúdo e a experiência do usuário. Mas como dá pra saber o que são ‘stories’ e o que são ‘ads’? Vai ficar tudo misturado? Também fala no vídeo que agora poderemos escolher qual tipo de feed queremos, como um só de fotos, ou só de vídeos. O Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, falou, dias antes do lançamento do novo feed, que os usuários estavam ficando cansados do formato do Facebook, preferindo redes sociais como Instagram e Snapchat. Segundo ele, 60% das informações do Facebook são fotos. Como isso muda a relação na rede social? Talvez o Mark esteja “preparando o terreno” para uma grande transformação do Facebook.

Mas não são só redes sociais que adotam esse tipo de layout. Sites comuns também estão usando. O site da Didi Wagner, ex VJ da MTv e apresentadora da Multishow, por exemplo, é bem ao estilo do Pinterest. Aparecem as imagens e uma chamadinha para o texto. Se te prender a atenção, você clica na matéria. Blogs também entraram nessa, como o Brainstorm9, que também teve um redesign, que o deixou muito mais clean e fácil de navegar.

É bem interessante a maneira que praticamente todas as redes sociais estão usando o “mesmo” formato. O Newronio até se arrisca ao falar que o novo layout do Facebook está bem parecido com o do Google+, o que pode tornar a competição mais acirrada, uma vez que os acessos à rede social do Google estão aumentando cada vez mais.

 

Para ver mais uma rede social no estilo do novo Facebook, siga o @NewronioESPM no twitter!


Escolhi fazer comunicação por gostar (e muito) de me comunicar. Sou tímida no começo, mas depois de um tempo já sou íntima. Eu nunca escrevi em blog, mas gosto muito de escrever. Gosto muito de estar atualizada, principalmente no que se refere à moda.