Categoria: Participações

AlmapBBDO na Agência Arenas

CapA

Hoje (12) a Agência Arenas ESPM recebeu algumas visitas especiais, a dupla de criação Otávio Schiavon e Marcus Kawamura. Os publicitários, que trabalham atualmente na AlmapBBDO, estiveram na Agência para bater um papo e olhar os portfólios dos nossos criativos. Otávio Schiavon é redator, já ganhou leões em Cannes e passou por grandes agências como Leo Burnett São Paulo, Leo Burnett Lisboa, Leo Burnett Colombia, Fischer&Friends e DM9DDB. Marcos Kawamura, por sua vez, é diretor de arte e se formou na ESPM.

A dupla opinou sobre as campanhas, analisou a funcionalidade das peças e o fechamento das ideias, proporcionando um feedback aos alunos crítico e bem próximo do encontrado no mercado. O nível das peças analisadas surpreendeu os profissionais, que ainda deixaram algumas dicas importantes. Otávio, como redator, ressaltou a importância de saber fazer título, aqueles para atender as necessidades diárias, lembrando que nem sempre as ideias geniais ajudam no dia-a-dia da agência. Já o Marcos, destacou a relevância de um diretor de arte saber mexer com fontes, para isso ele recomendou a decupagem de anúncios como exercício de percepção.

A opinião dos dois, no entanto, foi unânime em relação ao domínio de cultura publicitária, para eles é importantíssimo conhecer o que já foi feito na publicidade brasileira e as ideias já usadas em campanhas. Outro ponto destacado pelos profissionais foi a necessidade de ser um criativo “híbrido”, que consiga desenvolver desde um print até uma campanha digital.

Depois de todos os portfólios examinados, Otávio Schiavon e Marcos Kawamura elegeram, com muita dificuldade devido a grande qualidade de todas, as três melhores peças feitas pelos criativos do Arenas durante esse semestre e deixaram suas opiniões a respeito delas. Confira:

1º lugar - Camila Shoji e Rafael Melo

Uma ideia simples, barata e de fácil execução. Mas, não confunda simplicidade com facilidade: ter ideias muito boas e simples não é uma tarefa fácil. Totalmente pertinente e poderia ser apresentada tranquilamente para o cliente.

2º lugar – Felipe Paiva e Maria Eduarda Volpato


Bradesco Seguros – Mais uma ideia simples e pertinente. É criativa, passa a mensagem rapidamente e com o tom de humor ideal.

2º lugar -Rafael Melo e Gustavo Paro


Museu da Pessoa – Campanha madura e com direção de arte impecável, poderia ser veiculada com os olhos fechados.

3º lugar – Alan Chung e Fabio Oliveira


Cada usuário é capaz de ouvir só um instrumento. Para ouvir a música inteira, precisa estar sendo ouvida simultaneamente com os amigos. Promover a socialização entre as pessoas de um jeito novo e divertido é um dos objetivos principais das campanhas digitais.

3º lugar – Felipe Paiva e Rafael Melo


A mistura de interação entre plataformas digitais de uma forma fácil de ser experimentada pelo usuário agradou aos jurados.

 


Estudante da ESPM e aspirante a publicitária e comunicóloga. Adora escrever qualquer coisa que não seja sobre ela mesma.


Play It Again Tula!

topoplay

Conversamos com o dinossauro da produção sonora publicitária e dono da produtora Play It Again, Tula Minassian, confira boa parte da conversa:

Necessidade de marcas sonoras

As marcas estão buscando se diferenciar da concorrência, afinal a imagem esta cada vez mais não suficiente, ou seja, a marca sonora se torna uma ferramenta agregada para diferenciação.

 Como funciona o briefing de marcas sonoras

A princípio, na maior parte das vezes, ainda mais alguns anos atrás, a sugestão de uma marca sonora sempre esteve ligada aos produtores de som, e não partindo do cliente, sendo este um trabalho corriqueiro dos produtores, e em alguns casos surgia alguma marca ou assinatura sonora nos comerciais, portanto foi espontaneamente se criando. A partir disso, o mercado foi percebendo que as vezes não era preciso falar nada para ser lembrado, apenas um som, e isso não tem valor mensurável, mas com certeza é enorme.

Ou seja, não passa pelo atendimento ou pela criação da agência, pois não é um pedido possível de se objetivar num papel ou documento – eu quero uma marca sonora tal e vamos caminhar para isso.

Hoje em dia, esta ideia esta partindo cada vez mais dos anunciantes, que estão demandando isso das agências, no entanto, na agência a criação resiste bastante, pois eles não tem muita participação na criação deste tipo de material. A partir disso, esta acontecendo algo muito perigoso no mercado, alguns produtores estão oferecendo o serviço de marcas sonoras, jingles ou trilhas, como projetos prontos em power points, ou seja, oferecendo projetos prontos para um serviço sensorial e espontâneo, e no final não entregando o que havia sido prometido no papel, manchando a imagem deste tipo de serviço

 Processo Criativo

No caso, acontece dentro do estúdio. Depois de produzir marcas como Havaianas, Vivo e Ypê, posso dizer que é uma virtude minha, sempre apoiei minha visão de som em algo que se associasse com o cliente, e este é um processo sensitivo. Por exemplo, a Sadia foi o único cliente que efetivamente procurou a Play desde o início, atrás de um tema musical que acompanhasse todos os filmes da marca e que tivesse uma assinatura musical concluindo isso, ou seja, esse pedido foi feito direto do cliente para a DPZ, e a agência teve a isenção de transferir essa responsabilidade para nós da Play, no caso a agência podia ter resistido e contornado, mas eles tiveram a visão de jogar junto e 10 anos depois ainda está entre nós e a Sadia virou um case.

Portanto, num caso como esse, a gente procura ouvir o cliente, sentir a necessidade e identificar o target, sendo assim, cada música tem um arranjo e um direcionamento que busque esse target.

No caso de marcas sonoras, isso se complica ainda mais pois é um processo totalmente “de orelha”, totalmente sensitivo, e saber se vai ou não funcionar.

Aprovação

A aprovação consiste basicamente tocar a marca sonora para os clientes, e se possível, apenas para eles ou para o menor número de pessoas possível. Por se tratar de um produto de um processo sensitivo, quanto mais opiniões envolvidas, menos objetivo fica o processo.

Equipe

Cada job é um job, cada produtor é um produtor, pra cada roteiro/pedido nós selecionamos os que mais se adequam.

No caso das marcas sonoras, é plausível passar o briefing separadamente para 5 produtores diferentes e cada um busca seu caminho, aumentando a qualidade criativa e a diferenciação nas ideias. Nesse tipo de trabalho, vale mais a criatividade do que o conhecimento musical.

Também existe o caso de buscarmos virtudes individuais, como foi o caso de procurarmos  o André Abujanra para o job da Ypê, pois sabia-se da linha criativa diferenciada dele e que ele podia caminhar por uma linha de raciocínio diferenciada.

A base para selecionarmos músicos, produtores ou maestros, é sempre a adequação.

Núcleo de pesquisa

Foi formado para antecipar o erro, porque o tempo de produção é muito curto, no geral os trabalhos do dia a dia tem prazo de 4 a 6 horas.

Sendo assim, o roteiro chega e vai paralelamente para o núcleo, lá eles já separam um setup de referencias, ou seja, trabalham em paralelo com o atendimento, para economizar tempo e otimizar o processo

Com esse curto tempo de produção, perde-se qualidade criativa e aumenta a taxa de plágio, com o processo andando paralelamente, é possível buscar mais referências e mais “profundas”, evitando plagio e aumentando a qualidade criativa.

Foto por Alê Oliveira.

Mais informações sobre a Play It Again!

 


Estudante de publicidade, música, fotografia e das coisas boas e ruins da vida.


Quem achava que o Porter tinha morrido? – ExpoManagement

#Tárolando por Tata Gabana



Terminou na última quarta-feira, com duração de três dias, a feira HSM ExpoManagement, que reuniu empresas, universidades, estandes da Brasil Design Week além de renomados palestrantes nacionais e internacionais, incluindo o grande Porter (nosso pesadelo do terceiro semestre de administração e comunicação).

A entrada era franca, mas por um dia de palestra era necessário pagar R$2.400,00 para ouvir os “gurus do management”, com tradução simultânea. Além de Michael Porter, consagrado professor da Harvard Business School e maior autoridade mundial em estratégia competitiva, outros 18 palestrantes, com diplomas incluindo MIT, Princeton, Ph.Ds e tantas outras conquistas, abordaram questões do management atual. Além do auditório principal, haviam outros 15 patrocinados que ofereciam palestras gratuitamente. Um deles patrocinado pela ESPM, onde tive a honra de assistir a uma palestra do Garcia, diretor de graduação da ESPM, falando sobre o profissional de comunicação do futuro.

Participar da feira é uma oportunidade e tanto pra quem quer abrir uma empresa, fazer reciclagem de conceitos, reposicionar os negócios, encontrar fornecedores, encontrar um emprego. Perfeito para estudantes de administração, relações internacionais, design, publicidade, engenharia, Rh e também para os curiosos que querem aumentar o conhecimento e repertório.

Se você ainda está na duvida se quer visitar a HSM ExpoManagement no ano que vem, a feira também conta com lanchinhos da tarde e coquetel de fechamento todas as noites.



Quer saber o que rola no mundo dos negócios? Curta o @NewronioESPM


Curso Comunicação Social. Amo música, moda, fotografia, desenhar, cozinhar, inventar moda e fazer arte.


O lado aluno dos professores

#Participações por Equipe Newronio



Depois da data das provas serem marcadas e do trabalho semestral ter todos os detalhes definidos o caos começa.

Uns choram, alguns rezam, outros gritam:

“Quem ele pensa que é? Eu tenho minha vida! Preciso ir ao cinema/sair com os amigos/entrar em coma alcoólico!”.

Muitos alunos acreditam que os professores são cruéis, “nasceram velhos” e fazem planos para estragar todos os fins de semana e feriados do ano. Ou seja, os professores não entendem os alunos.

Alguns professores participaram deste post, mostrando que todo mundo, inclusive eles, tem um lado aluno.


Bedran: professor de Plan. Promocional I para Comunicação Social.




Benzatti: professor de Sociologia, Antropologia para Comunicação Social e Antropologia para Jornalismo.




Collaro: professor de Produção Gráfica II para Comunicação Social.




Rahal: professor de Criação I para Comunicação Social.




Silvana: professora de História da Arte II para Comunicação Social e História da Arte I para Design.




Vince: professor de Criação Digital I para Comunicação Social.





Convença outros professores a mandarem suas fotos para @NewronioESPM!


Meu nome não é Alex DeLarge, nem Tyler Durden, nem Mort Rainey. Nunca me chamaram de John Keating. Não sou Ed Bloom, nem Joel Barish. Scott Pilgrim, Carl Allen, Bruce Wayne, Rainer Wenger. Nenhum destes é meu nome. Sou apenas uma peça de um tabuleiro.


O poder do estêncil

#dropsdaquinta por Kadesh

Há algum tempo atrás tomei conhecimento de um artista conhecido como C215, fiquei impressionado com os seus traços rápidos e a explosão de cores que ele usava em seus grafites, então decidir ir atrás para saber mais sobre o seu trabalho. Para a minha surpresa descobri que a sua técnica era baseada em estêncil. C215 primeiro pinta a parede da forma que quiser e depois sobrepõe uma série de estêncils que dão o toque final à arte.

Para você que se interessou, nesse vídeo ele fala um pouco sobre sua arte e sobre como ela é feita



Se quiser conferir mais trabalhos do artista, acesse o Flickr dele aqui!

Não se esqueça de twittar para o @NewronioESPM falando sobre todo o sabor e conhecimento que ele traz para a sua vida.


Estou cursando a optativa de criação e gosto muito de internet.


Mulheres Nunca Mais!

#dropsdequinta por Kadesh



Chega de piadinha sem graça e de mulher gostosa em propaganda de cerveja, a marca americana Budweiser chegou para quebrar esses tabus da propaganda. Direcionada ao público jovem que gosta de celebrar os bons momentos da vida a Budweiser chega com tudo no Brasil, patrocinando mais de 20 shows em 2011, montando bares temáticos e investindo fortemente na plataforma digital, segundo a AmBev, empresa detentora da marca. Ainda em 2011, a Budweiser patrocinou o UFC 134, a primeira edição do evento no Brasi, que marcou de vez a entrada da marca no país.
Nos EUA a marca é famosa por seus comerciais sempre divertidos e bem humorados. Enquanto a Budweiser não lança um comercial aqui no Brasil, confira uma seleção dos 3 melhores já feitos para cerveja.












Wazzuuup @NewronioESPM


Estou cursando a optativa de criação e gosto muito de internet.


Entrevista com Fernando Simões

#dropsdequinta por Kadesh

Hoje o drops vai ser um pouquinho diferente do que o de costume(ou seja, diferente das últimas duas edições), eu entrevistei Fernando Simões, aluno do 5º semestre da optativa de criação e ilustrador no Arenas ESPM há quase 1 ano.

Fernando Simões - Ilustrador

Qual foi o seu primeiro contato com ilustração?
Eu desenho desde os 4 anos de idade. Comecei desenhando tudo à minha volta por que gostava de colocar as coisas no papel, eu sempre fui fã de quadrinhos e isso sempre me inspirou a criar minhas próprias histórias.
Minha principal influência é um ilustrador americano chamado Jeff Smith, que é autor de uma das sérias mais famosa dos Estados Unidos, Bones.

Como é o mercado para ilustradores?
É um mercado recheado de pessoas que ilustram muito bem e que tem conhecimento avançado em software. Hoje em dia um bom ilustrador é o cara que manja de todas as ferramentas de pintura e design e que saiba combinar tudo isso com o seu estilo próprio estilo.

Você tem alguma dica pra quem gosta de ilustração e quer seguir carreira?
A dica mais importante que eu posso dar é para as pessoas nunca pararem de desenhar. Sempre que puder desenhe, seja no canto do caderno, num bloquinho, na folha da reunião por que assim você evolui e nunca perde a prática!

Portfólio: http://cargocollective.com/fer_simoes

Ilustre o seu ♥amor♥ por nós tweetando e retweetando para o @NewronioESPM!


Estou cursando a optativa de criação e gosto muito de internet.


ARENAS nos bastidores do D&AD

#participações por Gabriel Duarte



Gabriel Duarte

Londres é incrível. De dentro do tubo, passamos por estações recheadas de propaganda. A cidade respira publicidade. Uma quantidade absurda de jornais gratuitos inunda todas as estações de metrô. Neles a qualidade geral das peças é muito alta. Mesmo as mais fracas têm uma produção considerável.
O Olympia Grand Hall foi escolhido para sediar o julgamento das peças enviadas a edição de 50 anos do D&AD Professional Awards de 2012. Construído em 1886, são quase 20 mil metros quadrados repletos de obras enviadas de todos os cantos criativos do mundo.
Em 1962, um grupo de designers e diretores de arte de Londres criam o British Designers and Art Directors e surge o prêmio Yellow Pencil. Depois de 50 anos, o nome foi encolhido para D&AD e seus membros representam comunidades de criativos, designers e publicitários do mundo inteiro.
O prêmio Yellow Pencil é reconhecido pelo mundo e representa essa busca de 50 anos pela excelência em criatividade comercial profissional. Todo ano além deste prêmio o D&AD outorga o White Pencil aos trabalhos de estudantes. Assim, desde cedo já dá pra ter o gostinho de ter seu trabalho avaliado e premiado por uma instituição conceituada.
Em setembro serão divulgados os ganhadores do prêmio máximo do D&AD, o Black Pencil. Neste prêmio somente os trabalhos de extrema qualidade são premiados.
Na primeira manhã, no discurso da presidente Rosie Arnold, os juízes foram instruídos para serem mais criteriosos nas escolhas dos premiados, pois esta era a 50º edição. Num ambiente bem casual, os juízes foram chamados pela categorias que iriam julgar e assim começou a maratona da escolha dos verdadeiros merecedores do destaque do Livro.
Numa parte mais próxima ao lounge dos juízes, passando os olhos nas obras expostas, foi suficiente para garantir que essa seria uma experiência e tanto – a qualidade das peças era curiosamente boa.
Muito além de qualquer expectativa, a organização do evento refletiu a fama do prêmio. Milhares de peças seriam julgadas e discutidas em apenas alguns dias. A organização do processo de julgamento garantia um ambiente que fluía naturalmente.
O processo era simples. Os juízes votam sim, não ou ausente, caso o juiz em questão tenha participado da peça a ser julgada. Tudo isso em ipod touches que atualizavam o banco de dados do prêmio no mesmo instante. Depois de rounds votando eram computados os votos e a shortlist era criada. Desta lista os jurados discutiam peças deveriam ser nomeadas ao livro e dessas quais deveriam ganhar o Yellow Pencil.
Peças que não estavam sobre a qualidade mínima necessária eram rapidamente desqualificadas.
O processo de discussão entre os jurados era mais que uma aula. Diferentes perspectivas em diversos aspectos, uns defendem outros atacam. Todos são profissionais de grande destaque, em discussões recheadas de conceitos e opiniões de experts no assunto.


Olympia Grand Hall, sede do D&AD 2012




Sempre baseando-se nos critérios que os juízes deveriam seguir, em ordem de importância:
-“O trabalho deve ser uma idéia de alto nível de originalidade e inspiração.
-“Deve ser ser excepcionalmente bem executado.
-“Deve ser relevante ao seu contexto.”
Não passava uma obra que não tivesse totalmente dentro disso. Consequentemente diversas categorias acabaram sem ganhadores – não foram enviadas obras de qualidade suficiente para serem nomeadas.
As avaliações eram extremamente criteriosas. Quando não tinha um consenso claro, a moderadora incentivava a conversa, para que não houve dúvida, com ninguém. Quando eu perguntei pra um dos juízes sobre o que ele achava deste processo de avaliação, ele me falou o óbvio; a escolha e a aprovação da obra é diretamente ligada ao nome dos juízes da banca.
Como os juízes vem de diferentes backgrounds dentro da categoria, as discussões tinham uma dinâmica impressionante. Praticamente todos os aspectos, desde o conceito criativo, até o processo de entrega da mensagem, eram avaliados sob diferentes perspectivas.
Por exemplo, na bancada de Mobile marketing, uma das juradas era diretora de marketing da Palm, da HP. Ela sempre trazia a conversa, que era basicamente composta de criativos de diversas áreas, para um cenário mais real. Não havia essa idéia de criatividade exacerbada; as obras tinham que ser possíveis e aplicáveis, como todo cliente quer.
Como o cliente quer, não é necessariamente como a obra deve ser demonstrada aos jurados. Video-cases eram maioria na categoria mobile marketing, em writting for advertising não era tanto assim.
Alguns dos os juízes reclamavam de dados que constavam nos vídeo-cases que não tinham uma fonte ou uma referencia clara. Por exemplo alguns vídeos só diziam “aumento de Market share” ou “os likes cresceram”, o que deixavam os juízes desconfiados e desinformados sobre o impacto da idéia vendida pelo vídeo-case.
Ou seja, não dá pra dar um jeitinho, não dá pra só deixar bonito, não dá pra ser só uma ideia. Precisa ser completo.
A experiência dos envolvidos em todos os processos da premiação é impressionante. Além de alguns anos se destacando no mercado, todos são entusiastas da área em que atuam. É inspirador.
Para continuarmos inspirados, ao final do dia, alguns jurados iam para o pub. Networking rolando entre pints e mais pints. Cartões de visitas e doses de tequila incentivavam ainda mais a interação. Ali deu pra trocar algumas idéias e de quebra fazer novos contatos com jurados das mais diversas categorias. Renderam boas conversas e milhares de insights.


Tweete pro @NewronioESPM e ganhe o NewroPencil, o prêmio de follower mais lindo.


Henrique passa as manhãs dos dias de semana na ESPM, as tardes dos fim de semana tocando música e as noites de terça vendo a Portuguesa no Canindé.


Pasta ficou só no nome

#dropsdaquinta por Kadesh



Há um tempo atrás era comum ver publicitários caminhando por ai com suas pastas, hoje isso não é mais verdade. Com o surgimento de ferramentas como Cargo Collecive e Behancevocê pode levar seu portfolio pra qualquer lugar e sem carregar nenhum peso.


Cargo Collective




Com um visual clean e completamente personalizável, o Cargo é o site mais recomendado para aqueles que querem criar o primeiro portfólio. Nele é possível trocar os layouts da página, separar seus trabalhos por temas e até editar o CSS. Para criar é fácil, basta clicar em “Contact Us” na página inicial e escrever um pequeno texto falando por que você quer usar o Cargo, dentro de 48h eles entrarão em contato com você.


Behance




O Behance funciona como uma rede social, nele é possível curtir e compartilhar projetos, criar grupos e seguir seus. Você pode colocar quantos trabalhos quiser e de todos os tipos que desejar, basta logar usando o Facebook ou criar uma conta preenchendo os seus dados e clicando em “Start Now – it’s free”.
Ambas as ferramentas são gratuitas e contam pontos em uma entrevista de emprego.

Cargo: cargocollective.com
Behance: behance.net



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A ousadia na publicidade

#dropsdaquinta por Kadesh




Domingo à tarde estava assistindo a uma entrevista que Washington Olivetto deu ao programa “Agora é Tarde”. Eis que Danilo Gentilli diz: “eu tenho impressão que nos anos 80 e 90 os comerciais eram mais marcantes. O que mudou de lá para cá?”. Washington logo respondeu ”o que está acontecendo nesse momento é que a publicidade mundial está vivendo um novo tempo onde todo mundo virou comunicador”.
Washington não estava mentindo, porém esse não é o único fator que está deixando a publicidade “chata”, o cliente tem medo de ousar e esse medo faz com que a publicidade fique cada vez mais com cara de material institucional. Uma prova desse medo são as mais novas campanhas da Oi e da Dafra, duas empresas que aparentemente não tem nada a ver uma com a outra a não ser pelos seus comerciais:








A mesma ideia, representada da mesma maneira e veiculada no mesmo período, de quem seria a culpa disso? Nós nunca saberemos, mas para não deixar vocês sem um pouquinho de ousadia, vai ai o novo filme da Y&R de Buenos Aires para a Presidencia de la Nacion.







Toda vez que o @NewronioESPM ganha um follower e um retweet, nasce uma estrelinha brilhante lá no céu.


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