Categoria: Newronio

Tic Tac Tic

#Contos por Ian Perlungieri



A população assistia.

O idoso de 112 anos duelava com o relógio.

Apesar da idade, o idoso era o gatilho mais rápido do mundo. Ninguém o desafiava.

Porém ele o desafiou! O relógio!

Ambos iriam sacar suas armas. Um irá morrer, o outro, sobreviver.

A população torcia pelo idoso. Momento de tensão.

Apesar da esperança e da torcida, foi o corpo do idoso que caiu no chão devido aos dois tiros dados pelo relógio.

O idoso não esperava. A população não esperava. Ninguém esperava.

O relógio era bem mais rápido do que eles imaginavam.






Não perca o seu tempo! Siga o @NewronioESPM!


Meu nome não é Alex DeLarge, nem Tyler Durden, nem Mort Rainey. Nunca me chamaram de John Keating. Não sou Ed Bloom, nem Joel Barish. Scott Pilgrim, Carl Allen, Bruce Wayne, Rainer Wenger. Nenhum destes é meu nome. Sou apenas uma peça de um tabuleiro.


Grandes mentes da semana + briefing: Seu João

#Grandesmentesdasemana por Henrique Castilho

 

 

Nossa grande mente da semana entendeu o perfil mais requisitado das empresas: jovens de 17 a 25 anos, classe A, proativos e formadores de opinião. Ele criou um produto top of mind na sua categoria dentro da faculdade. Sua empresa sobrevive a dezenas de gerações de formandos. Tudo isso sem precisar de grandes estratégias de ataque – apenas tendo produtos bons, com preço justo e atendimento impecável.

 

 

 

Seu João apareceu em uma terça-feira na sua cantina só para falar com o Newronio. Ele teve que se afastar do trabalho porque há pouco tempo bateu a cabeça e agora descansa em casa. Mas antes disso, ralava na cantina: “Eu que fazia o transporte dos produtos, ainda chegava aqui e ficava atendendo no caixa o resto do dia”. Tudo isso sem se estressar nem perder o carisma – a cantina leva o nome de “Fala Bello!” porque era assim que o Seu João chamava os clientes, que passaram a chamá-lo da mesma forma.

Hoje cuida da parte administrativa. O caixa ficou para o Marcão e o homônimo João, ambos filhos seus. “E os netos, Seu João? Vão continuar tocando a cantina?”. “Não, não… Os netos estão jogando bola. Um já está nos Estados Unidos, quero mesmo é que faça sucesso por lá”. É, o futuro da cantina é incerto. Mas se depender do Seu João (e da coxinha), nossos netos ainda vão passar na Fala Bello, pegar um pão de queijo e uma Coca-Zero.

 

 

 

O Newronio, junto com a Cantina Fala Bello, está lançando um concurso. O desafio é produzir um cartaz comunicando a tradicional coxinha do Seu João, para comunicá-la aos novos alunos e fixar os atuais consumidores. O briefing escrito, desenvolvido pelo atendimento/planejamento do ARENAS, pode ser baixado aqui.

 

Você também pode ver o vídeo-briefing com o próprio Seu João que está no começo do post e no nosso canal do youtube. Aceitaremos peças enviadas até dia 19 de Outubro.

 

 

Participe do concurso e siga a gente no twitter @NewronioESPM

 


Henrique passa as manhãs dos dias de semana na ESPM, as tardes dos fim de semana tocando música e as noites de terça vendo a Portuguesa no Canindé.


O lado aluno dos professores

#Participações por Equipe Newronio



Depois da data das provas serem marcadas e do trabalho semestral ter todos os detalhes definidos o caos começa.

Uns choram, alguns rezam, outros gritam:

“Quem ele pensa que é? Eu tenho minha vida! Preciso ir ao cinema/sair com os amigos/entrar em coma alcoólico!”.

Muitos alunos acreditam que os professores são cruéis, “nasceram velhos” e fazem planos para estragar todos os fins de semana e feriados do ano. Ou seja, os professores não entendem os alunos.

Alguns professores participaram deste post, mostrando que todo mundo, inclusive eles, tem um lado aluno.


Bedran: professor de Plan. Promocional I para Comunicação Social.




Benzatti: professor de Sociologia, Antropologia para Comunicação Social e Antropologia para Jornalismo.




Collaro: professor de Produção Gráfica II para Comunicação Social.




Rahal: professor de Criação I para Comunicação Social.




Silvana: professora de História da Arte II para Comunicação Social e História da Arte I para Design.




Vince: professor de Criação Digital I para Comunicação Social.





Convença outros professores a mandarem suas fotos para @NewronioESPM!


Meu nome não é Alex DeLarge, nem Tyler Durden, nem Mort Rainey. Nunca me chamaram de John Keating. Não sou Ed Bloom, nem Joel Barish. Scott Pilgrim, Carl Allen, Bruce Wayne, Rainer Wenger. Nenhum destes é meu nome. Sou apenas uma peça de um tabuleiro.


Chuva

#Contos por Ian Perlungieri



O menino de rua estava quase adormecendo.

Usava uma caixa de papelão como cobertor e tinha o toldo de um chaveiro como telhado.

Eram 23h00min. Poucas pessoas na rua. Começa a chover.

A queda d’água faz o menino reabrir seus olhos. Começa a observar a chuva.

Pega uma tigela que sempre enchia com água da chuva e a empurra para fora da segurança do toldo.

Tira a caixa de papelão de cima de suas roupas rasgadas e fica de pé.

Pega a tigela e dela bebe.

O gosto que sentiu não foi de água, e sim, de refrigerante. Bebeu toda a tigela.

Chuva de refrigerante?

Saiu de baixo do toldo, virou a cabeça para cima e abriu a boca. Refrigerante! Estava chovendo refrigerante!

Virou-se, maravilhado, tentando achar alguém na rua para ele dizer que estava presenciando um milagre!

Não achou. Estava só naquele local.

Esboçou um largo sorriso. Virou sua cabeça para cima e abriu a boca novamente.

Algo acerta sua cabeça! Uma bola de tênis!

Começa a chover bolas de tênis! Bolas de tênis?

O garoto volta para a segurança do toldo. A bola de tênis havia machucado sua testa.

Observa grande quantidade de bolas de tênis caindo.

Pouco tempo depois, algo fura o toldo e acerta o pé descalço do garoto.

O menino dá um grito de dor e observa o próprio pé para ver o que o havia ferido.

Um prego.

Ao retirá-lo o menino grita novamente. Sangue começa a sair do local atingido.

Começa uma chuva de pregos. O toldo não era mais um lugar seguro.

Começa a correr e berrar, desesperadamente.

Enquanto procurava segurança, seus ombros e pernas são atingidos por outros pregos.

Fica sob um orelhão e começa a chorar. De dor e medo. Retira os pregos dos ombros e pernas e também percebe que um deles havia atingido sua sobrancelha.

Uma formiga o pica no local onde o prego havia caído pela primeira vez. Sacode seu pé com força e a formiga é lançada para longe do orelhão.

Começa a chover formigas e elas, após caírem no chão, começavam a perseguir o garoto.

Pisa em algumas. Precisa fugir. Outras sobem em seu pé.

Avista o metrô. Segurança.

Esmaga uma formiga que estava em sua perna com a palma de sua mão esquerda e corre em direção ao metrô.

Tira a regata rasgada que usava durante o caminho, pois nela havia muitas formigas, porém, enquanto gritava e tirava sua regata, tropeça na sarjeta.

As formigas caem em seu pescoço, sua boca, seus olhos, suas partes íntimas e o mordem. Formam um cobertor de formigas em cima daquele menino.

Continuava a gritar. Chorava. Seu corpo estava sendo dilacerado. Formigas estavam dentro dele. Com um olho ainda destampado por elas, as via comendo seu pé e via o próprio osso da mão. Seus músculos já haviam sido triturados. O sangue jorrava de todas as partes de seu corpo.

O chaveiro, ao abrir a loja no dia seguinte, estranhou não encontrar o menino de rua que dormia embaixo de seu toldo. Enquanto isso, em outro continente, um garoto estava muito feliz por saborear uma adocicada chuva de refrigerante.



Siga @NewronioESPM, siga @NewronioESPM sem parar…


Meu nome não é Alex DeLarge, nem Tyler Durden, nem Mort Rainey. Nunca me chamaram de John Keating. Não sou Ed Bloom, nem Joel Barish. Scott Pilgrim, Carl Allen, Bruce Wayne, Rainer Wenger. Nenhum destes é meu nome. Sou apenas uma peça de um tabuleiro.


Propaganda para publicitário ver

#Publicidade por Henrique Castilho

 

 

Não experimente mostrar seu portfolio para a família. Não, não faça isso. É desanimador. Só mostre o portfolio para sua família se você for um designer, porque o maior elogio que eles conseguem fazer é “que bonito!”.

 

 

Acontece que propaganda boa não passa na TV, passa longe dos rádios e raramente se vê nas revistas. Propaganda boa está no anuário, nas archives, no The One Show, CannesLions, e por aí vai… Quem não está acostumado a ver acha confuso. Ou, pior que isso, manda o famoso “mas alguém vai comprar o produto por causa disso?”. Os leigos possuem teorias sobre a propaganda que nem publicitário conhece: “um professor meu falou que quando se repete ‘compre batom’ várias vezes as pessoas compram mais batom”, “eu acho as propagandas das Casas Bahia chatas, mas eles devem ter estudado bastante para criar mensagens que ficam gravadas no nosso subconsciente”, “bom, se eu lembro desse jingle é porque a propaganda funcionou!”. Publicitário não tem tempo para estudar neuromarketing, nem para elaborar conspirações. Ele já perde muito tempo no trabalho dele.

Confesso que também não tenho critério para avaliar propaganda não. Há dois ou três anos fico bastante confuso com os Grand Prix de Cannes. Que pesos têm ideia, produção e funcionalidade na hora de avaliar uma peça? Já é tão fácil de se ter boas ideias que hoje só se avalia a produção? A repercussão da peça também conta, como foi o caso do unhate? Usar novas maneiras de execução conta, como foi o caso do heaven-hell da sansonite?

Não sei. E você? Comenta aqui em baixo.

 

 

Ou no nosso twitter @NewronioESPM

 


Henrique passa as manhãs dos dias de semana na ESPM, as tardes dos fim de semana tocando música e as noites de terça vendo a Portuguesa no Canindé.


Como se fosse uma pessoa

#Contos por Ian Perlungieri



- Senta!

O cachorro obedeceu.

- Agora rola!

E o animal, obedecendo a seu dono, começa a rolar na calçada de pedra.

Seu dono, um velho senhor de cabelos grisalhos esboçou um sorriso de satisfação.

- Muito bem! Muito bem! Toma seu biscoito!

O cão lambe o próprio focinho e caminha em direção ao velho, que estava com o biscoito na mão.

Timidamente, lambe a mão de seu dono que, após esse gesto de carinho, larga o biscoito que é devorado pelo animal.

- Que bonitinho! – disse uma mulher que se aproximava.

- Ele é muito inteligente. – falou o velho senhor.

- Ele tem nome? – ela perguntou e começou a acariciar a cabeça do animal.

- Pedro.

- Pedro?

- Sim. – ele respondeu – Por quê? Este nome te incomoda?

- Não! Claro que não! É um nome diferente, apenas.

- Você nunca conheceu ninguém chamado Pedro? – ele perguntou rígido.

- Cachorro, não.

- O Pedro é inteligente demais para ser considerado um cachorro!

E Pedro latia, abanando o rabo positivamente para seu dono enquanto a mulher acreditava ter percebido um olhar de fúria no animal.

A mulher, um pouco aflita com o que o senhor dizia e com a aparente violência no olhar do cão, perguntou:
- Quem ensinou estes truques pra ele?

- Eu.

- Você trabalha com animais?

- Animais?

- Sim, o seu cachorro…

- Ele não é um animal! – interrompeu o velho, um pouco grosseiro.

- Tudo bem. – falou a mulher um pouco ofendida esboçando um falso sorriso – Tenho que ir.

Após ela sair o velho levanta-se do banco da praça e, apoiado em sua bengala, assobia para que seu cachorro o acompanhe.

Logo depois de caminharem um pouco chegam a um edifício. O velho começa a falar com seu cachorro.

- Esses idiotas não sabem do que você é capaz!


Após entrarem no edifício o animal fica em duas patas e, com o focinho, pressiona o botão para chamar o elevador.

Depois de entrarem no elevador o cachorro repete o procedimento e pressiona o botão que indicava o segundo andar.

Após chegar a seu andar e deixar que o cão abrisse a porta do apartamento, o velho encheu uma tigela de vidro com biscoitos.

O cachorro latiu, satisfeito.

O velho tira um pedaço de bife da geladeira e o esquenta no microondas.

Quando a máquina termina seu serviço ele pega seu bife e senta-se em sua mesa.

Corta um pequeno pedaço de seu bife e, antes de colocá-lo em sua boca, ouve um gemido de seu animal. Percebe que o cachorro está ao seu lado, lambendo o próprio focinho e encarando seu dono.

- O que você quer? Já comeu seus biscoitos?

O cão continua a encará-lo.

- Você não vai comer esse bife!

O animal gane baixo, quase como um sussurro.

- O que é que você tem?

Lambe o próprio focinho e continua a observar os olhos do dono.

- Para com isso! – irrita-se o velho – Para…

Sua fala desaparece. Põe a mão em seu peito e sente uma dor aguda e intensa.

- Ajuda! – grita. Olha para o cachorro que continua a encará-lo – Eu te ensinei, lembra? Chama ajuda!

O cão não chamou ajuda. Nem deitou ao lado do dono com qualquer outro cachorro.

O animal vomitou aqueles biscoitos detestáveis no rosto de seu dono que agonizava, ficou em duas patas, comeu o bife e saiu do apartamento enquanto o velho morria.

Cruel, como se fosse uma pessoa.



A humanidade ainda tem chance! Basta seguir o @NewronioESPM!


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Sophia

#Contos por Ian Perlungieri



E a mãe de Sophia a aguardava ansiosamente para o café da manhã como fazia todas as manhãs. Porém, especificamente naquela manhã, Sophia não aparecera. E a mãe, com o passar das horas, preocupava-se cada vez mais.

E o funcionário do restaurante que Sophia frequentava a aguarda para lhe entregar a marmita que ela pedia todos os dias. Estranhou bastante quando a doce voz de Sophia não foi ouvida e ela não entrou no restaurante nem no horário que costumava ir e nem depois.

E a professora de latim de Sophia começava a ficar com raiva dela. Ela não aparecera. “Melhor para mim”, pensava a professora, “ganho mais dinheiro sem dar nenhuma aula”. E a professora permanecia sentada olhando para a porta que não era aberta por Sophia e nem por ninguém.

Enquanto isso, o garoto que brincava de esconde-esconde com Sophia não a encontrava. Ele estava quase desistindo quanto pensou ter visto uma manga de camisa atrás do poste. Entretanto, não era Sophia quem estava lá. Nem lá, nem em nenhum lugar.

O autor sofre um ataque cardíaco e, por causa disso, todos param de pensarem Sophia. Afinal, ela nunca existiu. A mãe de Sophia era sua vizinha louca. Nunca teve filhos. O funcionário do restaurante era o mendigo que limpava pára-brisas de carros. A professora de latim era uma ex-namorada. E o garoto? Bem… O garoto era o próprio autor que se perdeu de sua irmã em uma brincadeira quando eram crianças. O autor jamais encontrou Vivian, porém outro o fizera.

A esposa do autor o leva para o hospital e ele permanece vivo. Vivian havia morrido. Sophia não.



Quem é legal e bonito segue o @NewronioESPM. Quem não é, não.


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O que o Só Pra Contrariar sacou antes do Vinícius de Moraes

#sinapse por Henrique Castilho

 

 

Pode ser nostalgia, não sei, mas sinto falta das músicas de antigamente (da minha infância, que não é tão antiga assim). Não estou me referindo a grandes músicos, porque hoje em dia eles também existem. Falo de música ruim: não se faz músicas ruins tão bem quanto antigamente. O brega e o mau gosto nunca foram tão cool quanto nos anos 90. Compare dentro de um gênero: Victor e Léo Vs. Chitãozinho e Xororó. Sabe quando alguma dupla de sertanejo universitário vai produzir uma pérola como “Evidências“? Não, você não sabe, porque elas não vão. E não é por falta de capacidade (esses caras são grandes músicos), é porque, por algum motivo, os grandes “hits do momento” estão ficando chatos – excesso de demanda da indústria musical? Não sei.

 

Tome como exemplo um grande produtor, como o Rick Bonadio: em 1999 fez os Los Hermanos serem conhecidos com Anna Julia. Ano passado lançou a “Manu Gavassi” com “Garoto Errado“. Anna Júlia: clipe que rola um bailinho bacana com a gata da Mariana Ximenes. Garoto Errado: clipe com uma garota de headband – falo mais nada. Anna Julia é sensação em rodinha de violão até hoje. Se a Manu Gavassi tivesse tocando violão numa rodinha 80% das pessoas não iam nem saber quem ela é. E Anna Julia é brega! Tão brega que os caras do Los Hermanos têm vergonha dela (são uns bobos, a música é ótima).

 

Agora, os grandes injustiçados do brega é o pessoal do pagode melody – Fundo de Quintal, Art Popular, Soweto, Grupo Molejo e, principalmente, o Só pra Contrariar. O Alexandre Pires compôs as músicas mais cantadas na história do Karaokê e, por ser popular, acho que ninguém parou para analisar suas letras, nem as harmonias das músicas. A letra de “Depois do Prazer” é excelente e toca em um tema muito delicado sem perder a postura:

 

 

Eles que lançaram a moda da calça colorida.

Um cara ama uma garota mas fica com outra (provavelmente está distante da que ama, ou não é recíproco, ou eles deram um tempo, ou …). Porém, eventualmente, quando ele está preso na “ilusão que eu criei”, acaba se declarando para essa amante. Pois é, quem é homem já sacou, o Alexandre Pires se declara para a “outra” quando eles estão nos seus momentos íntimos – ele, como muitos caras, confunde amor com tesão. Mas “depois que acabou”, Alê (posso te chamar assim?) percebe essa ilusão e infere: “(…) o amor só se mede depois do prazer”. O amor só está valendo se rolar cafuné depois da transa. Uma outra música deles com o mesmo tema é “Essa tal liberdade” (até o Fábio Jr. já cantou com eles), o protagonista agora questiona “essa tal liberdade” da vida promíscua, pois ainda se sente solitário “pensando em você”. Veja a letra de “Depois do Prazer” inteira:

 

Tô fazendo amor
Com outra pessoa
Mas meu coração
Vai ser prá sempre teu…

O que o corpo faz
A alma perdoa
Tanta solidão
Quase me enlouqueceu…

Vou falar que é amor
Vou jurar que é paixão
E dizer o que eu sinto
Com todo o carinho
Pensando em você…

Vou fazer o que for
E com toda emoção
A verdade é que eu minto
Que eu vivo sozinho
Não sei te esquecer…

E depois acabou
Ilusão que eu criei
Emoção foi embora
E a gente só pede
Pro tempo correr…

Já não sei quem amou
Que será que eu falei
Dá prá ver nessa hora
Que o amor só se mede
Depois do prazer…

Fica dentro do meu peito
Sempre uma saudade
Só pensado no teu jeito
Eu amo de verdade
E quando o desejo vem
É teu nome que eu chamo
Posso até gostar de alguém
Mas é você que eu amo…

 

 

Falou tudo, @Dyboooa

 

 

Se o Vinícius de Moraes tivesse sacado isso, não teria casado com tanta gente. Depois vem com a desculpinha de “infinito enquanto dure”.

 

 

Quero te abraçar, quero te beijar, é só seguir a gente no twitter @NewronioESPM


Henrique passa as manhãs dos dias de semana na ESPM, as tardes dos fim de semana tocando música e as noites de terça vendo a Portuguesa no Canindé.


Newronio responde

#Newronioresponde por equipe Newronio.

 

 

Ontem falamos da iniciativa do McDonalds do Canadá, que abriu um espaço em seu site para perguntas dos consumidores. Já que um dia pretendemos estar no ranking das marcas mais valiosas do mundo, seguimos o exemplo do Ronald. Abaixo, perguntas dos nossos leitores:

 

 

Bruno Kadsh: Por que o cara que escreve os drops de quinta não tem perfil no newronio? Luiza, se eu casar com você eu herdo o laboratório Fleury?

 

 

-O que é o drops de quinta?

-Luisa é com “s”.

 

 

Anônimo: Júlio, quais seus sites preferidos na rede mundial de computadores? Júlio, quem é você no escuro? Quem do Newrônio chupa mais drops? Newrônio, eu amo muito o lindinho que posta os Drops de Quinta, vocês podem me passar o Orkut dele?

- Meu nome não tem acento. Os meus sites favoritos são o Youtube, suicidio.com.br e o blingee.com

- Sou o Sérgio Cigano 

- Eu nunca parei para contar, se você quiser vir ajudar a gente nessa tarefa recreativa, estaremos te esperando no subsolo da edificação número 38 na rua Capitão Cavalcanti, Vila Mariana, São Paulo.

- Não sei o que é “drops de quinta”, desculpe!

 

 

Quantos anos vocês se chamam? Newrônio, por que sempre que vocês postam a amiga da Luísa que vai na balada e tipo nunca viu o Henrique e tal e pans vem e fala tipo: "Oi, meu nome sempre" porque né.

 

 

-A gente se chama 19, 19, 18, 18 e 18 e tem Julio, Henrique, Igor, Ian e Luísa.

-Isso acontece? desde 199.

 

 

Quer saber mais sobre o Newronio? @NewronioESPM


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O poder do estêncil

#dropsdaquinta por Kadesh

Há algum tempo atrás tomei conhecimento de um artista conhecido como C215, fiquei impressionado com os seus traços rápidos e a explosão de cores que ele usava em seus grafites, então decidir ir atrás para saber mais sobre o seu trabalho. Para a minha surpresa descobri que a sua técnica era baseada em estêncil. C215 primeiro pinta a parede da forma que quiser e depois sobrepõe uma série de estêncils que dão o toque final à arte.

Para você que se interessou, nesse vídeo ele fala um pouco sobre sua arte e sobre como ela é feita



Se quiser conferir mais trabalhos do artista, acesse o Flickr dele aqui!

Não se esqueça de twittar para o @NewronioESPM falando sobre todo o sabor e conhecimento que ele traz para a sua vida.


Estou cursando a optativa de criação e gosto muito de internet.