Se você era que nem eu, um fã de Call of Duty que basicamente respirava o jogo, você sabe que os bons tempos da franquia já passaram faz tempo. Hoje os lembramos como os bons e velhos tempos, seja COD4, MW2 ou Black Ops, quando juntávamos os amigos e jogávamos o dia inteiro. As inúmeras “partys”, os clutchs de Search and Destroy, as Snipers em Rust, conseguir dropar aquela Nuke, acertar aquele no scope e mostrar para seus amigos no theater mode de Black Ops.

O sentimento de comunidade, de jogar com os amigos sempre esteve presente nessa época. Não importa com qual jogo você tenha começado. Pois, depois disso, é praticamente unânime que começou a decadência de Call of Duty. Ao seguir a linha de jogos futuristas, a comunidade, os maiores fãs do jogo começaram a o abandonar e tudo isso ficou apenas na memória.

O trailer do mais recente Call of Duty é simplesmente, o segundo vídeo mais odiado no Youtube.

Ironicamente, a descrição do Infinite Warfare diz que “Call of Duty voltou às suas raízes”, claramente essa não foi a opinião dos fãs – com 3 milhões de dislikes.

Mas, agora o jogo realmente disse: estamos de volta. Depois de tanto tempo, o jogo voltou para a Segunda Guerra Mundial e os fãs estão esperançosos. A reação foi completamente a contrária ao de Infinite Warfare.

A franquia finalmente reconheceu sua má fase e sabe que agora é a hora, sabem que perderam seus antigos fãs e que essa é a chance de recuperá-los. É a hora de juntar o antigo clã e reviver os velhos tempos. E o último trailer não poderia representar melhor como todos nós nos sentimos agora.

O trailer acontece no maior estilo das montagens de “vamos juntar o time de volta”. Como nos filmes: “Os Vingadores”, “11 Homens e um Segredo”, o antigo “It A Coisa” e “Velozes e Furiosos 6”.

Também fizeram versões pro Reino Unido e França. Pessoalmente, a britânica é minha favorita.

Por isso, chame todo mundo, prepare os headsets, ajuste a sensibilidade e crie suas classes: Call of Duty está de volta.

Viciado em Games, viciado em futebol, viciado em cinema, viciado em séries e viciado em drogas pesadas: leite, glúten e anime.